sexta-feira, 25 de novembro de 2011

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

SEJA SEU PRÓPRIO FÃ

A tendência para manter e reforçar a autoconfiança aumenta a satisfação na vida em cerca de 20% tanto para homem quanto para mulher.

terça-feira, 22 de novembro de 2011

CFESS Manifesta do Dia Nacional da Consciência Negra


Arte: Rafael Werkema/CFESS
Sessenta e cinco por cento da população carcerária brasileira é negra. A taxa de mortalidade materna é três vezes maior entre as mulheres negras em relação às mulheres brancas. A cada morte de um jovem branco equivale à morte de mais de 100 jovens negros/as.

Os números comprovam: homens e mulheres negros/as têm experimentado um viver totalmente desassistido, longe de um sistema de seguridade social e demais políticas públicas que contemplem suas necessidades como seres humanos. “Em síntese, negros/as vivenciam uma permanente violação de direitos, marcadamente orientada pelo preconceito racial, de gênero, orientação sexual e identidade de gênero, que os/as têm impedido, secularmente, do acesso aos direitos, devido às desvantagens históricas, fruto do racismo e da discriminação racial em escala planetária”, diz o CFESS Manifesta alusivo ao Dia Nacional da Consciência Negra, celebrado neste domingo, 20 de novembro de 2011.

O documento tem a intenção de possibilitar reflexões sobre as formas de inserção da população negra na realidade desigual racial e economicamente. “É momento da resistência histórica e cotidiana da população negra, ao afirmar a luta por atendimento digno na rede pública de saúde e educação; pelo reconhecimento imediato das terras quilombolas; de acesso ao trabalho e do combate ao racismo institucional em todos os níveis; pela valorização e expressão da cultura e religiosidade de matriz africana no Brasil nos currículos escolares”, afirma outro trecho do manifesto.

Fonte: Conselho Federal de Serviço Social - CFESS

O GOLE D’ÁGUA

Era uma vez um casal que viviam bastante feliz, porém a rotina do dia a dia, o cansaço do dia de trabalho tornaram a sua convivência difícil.
O marido vivia insatisfeito, estressado e bastante infeliz, pelo relacionamento sofrível que tinha com a esposa. Todos os dias, ambos chegavam cansados dos seus trabalhos e o que acontecia entre os dois era um total desentendimento, desarmonia e impossível haver diálogo.
No momento em que ele chegava em casa, normalmente já encontrava a esposa que, indignada e não menos estressada com os afazeres do dia e mais o acúmulo do “terceiro expediente”, começava a falar e reclamar sem para, o marido por sua vez não agüentava a pressão e, impaciente, respondia em cima de cada palavra – quer gostasse, quer não gostasse. Na verdade os dois não conseguiam se entender e ele, esbravejando, saía batendo a porta e só retornava bem tarde da noite. E, assim, aconteceu durante muito tempo.
Um amigo, com o qual normalmente desabafava o marido, aconselhou-o a procurar um homem que era tido como uma pessoa muito boa e capaz, especialista em aconselhamento de casais. Certamente, ele teria alguma solução para o seu problema com a esposa. Meio descrente, o machucado marido foi procurar o tal homem.
Foi ao encontro do tal homem e contou-lhe o seu problema com a esposa. Após ouvi-lo, o velho homem entrou em casa e voltou com duas garrafas – uma maior e uma pequena. A garrafa maior continha um líquido transparente. A menor estava vazia. Entregou ao visitante as duas garrafas e deu-lhe a seguinte orientação:
“- Mantenha com você, sempre,  esta garrafinha (por ser menor prática de carregar), cheia deste líquido que está na garrafa maior. No exato momento em que você for chegando em casa, tome um gole bem grande do líquido e fique com ele na boca, sem engolir, durante trinta minutos. Faça esta receita por dez dias consecutivos e, depois, volte aqui”.
O homem achou estranho, mas resolveu seguir a risca as orientações do outro. Foi embora e, como estava mesmo na hora de voltar para casa, resolveu fazer o primeiro teste. De fato, no exato momento que entrou em casa, levou a garrafinha à boca deixou o gole na boca durante os trinta minutos sem engolir. Sua esposa fez o de sempre: começou a falar, reclamar, dizer “cobras e lagartos” e o marido – no seu desespero de querer responder – não dizia nada.
Ao final dos trinta minutos, ele engoliu e aí... tudo o que ele queria responder, já não fazia mais sentido. Conversou outras coisas com a esposa e até dormiram juntos. Durante todos os outros dias, repetiu a receita e lá pelo oitavo dia, a esposa recebeu-o com ar de preocupação: “-Meu filho... o que é  que você tem?! Eu fico o tempo todo falando sozinha, digo, digo e digo, e você... nada, não reage. Por outro lado, eu tenho sentido que estamos conseguindo conversar. O que é que está acontecendo?”
Bem feliz, agora, com os resultados alcançados, retornou no décimo terceiro dia  à casa do velho. Lá chegando, indagou-lhe qual era o conteúdo milagroso que ele tinha lhe dado, ao que o velho respondeu: “- Água... com apenas um gole d’água na boca, você conseguiu fazer uma coisa que é o calo de muita gente: Saber Ouvir.

O QUADRO


Um homem havia pintado um lindo quadro.

No dia de apresentá-lo ao público, convidou todo mundo para vê-lo.

Compareceram as autoridades do local, fotógrafos, jornalistas, e muita gente, pois o pintor era muito famoso e um grande artista.

Chegado o momento, tirou-se o pano que velava o quadro.

Houve caloroso aplauso.
Era uma impressionante figura de Jesus, batendo suavemente à porta de uma casa.

O Cristo parecia vivo.
Com o ouvido junto à porta, Ele parecia querer ouvir se lá dentro alguém respondia.

Seu rosto tinha uma expressão mista de tristeza e paciência...
Houve discursos e elogios.
Todos admiravam aquela obra de arte.
Um observador curioso porém, achou uma falha no quadro:

A porta não tinha fechadura.
E foi perguntar ao artista:
- Sua porta não tem fechadura! Como se fará para abri-la?
- É assim mesmo - respondeu o pintor:
- Esta é a porta do coração humano. Só se abre do lado de dentro.
Abra seu Coração também.
Mude, ainda dá tempo.

VALEU A PENA

Um dia você vai ver que não VALEU A PENA tanta correria, para ganhar dinheiro e não usufruir.

Vai ver que o tempo passou e o cansaço tomou conta do seu corpo.

Vai ver que mesmo rodeado de muita gente, você se sente só.

Um dia você vai recolher-se no quarto e vai ter vontade de abraçar o travesseiro, porque não sobrou ninguém pra abraçar.

Vai ver que foi entrando numa roda viva, você viu que não é mais dono do tempo que dizem que é seu e que não pode cedê-lo a qualquer um.

Vai ver que o carro já está se tornando um problema, e não um conforto. O telefone é chato, a gravata incomoda, é... Por mais que tente se livrar de tudo, é um escravo invejado por muitos.

Vai ver que não VALEU A PENA os anos sem férias, sem descanso.

Vai ver que não tem mais ilusões e a esperança anda com vontade de dormir.

Um dia você vai ver que passou pela vida sem viver.

Freqüentou o mundo sem saber porque, rodou, rodou, rodou, e não saiu do lugar. Pensou que foi, mas ficou. Teve tudo e não sentiu nada.

Um dia você verá que o tempo escoa tão rápido como a areia fina pelos seus dedos.

Vai ver que resta parar e gritar de cima de um edifício: "CHEGA" !!!

Vai ver que é hora de sorrir, de amar, de ser da família, de misturar-se com as crianças e dar a mão ao próximo... Antes que seja tarde demais...

BOM DIA, BOA TARDE, BOA NOITE



Quando você se levantou pela manhã, eu havia preparado o sol para aquecer o seu dia, e o alimento para sua nutrição: Sim, eu providenciei tudo isso enquanto vigiava o seu sono, sua família e sua casa. Esperei pelo seu “Bom Dia”, mas você se esqueceu. Bem, você parecia ter tanta pressa que Eu o perdoei.

O sol apareceu, as flores ofereceram o seu perfume, a brisa da manhã lhe acompanhou e você nem lembrou que Eu é que havia preparado tudo para você. Seus familiares sorriram, seus colegas lhe saudaram, você trabalhou, estudou, viajou, realizou negócios, alcançou vitórias, mas você não percebeu que Eu estava cooperando com você e mais teria ajudado se você me tivesse dado chance... Eu sei, você corre tanto... Eu o perdoei. Você leu bastante, ouviu muita coisa, viu mais ainda, e não teve tempo de ler ou ouvir a minha palavra. Eu quis falar, mas você não parou para ouvir. Eu quis até lhe aconselhar mas você nem pensou nessa possibilidade. Seus olhos, seus pensamentos, seus lábios, seriam melhores.

O mal seria menor em sua vida. A chuva que cai à tarde foram minhas lágrimas por sua ingratidão, mas foram também a Minha benção sobre a terra para que não lhe falte o pão e a água. Findou o seu dia.

Você voltou para casa. Mandei a lua e as estrelas tornarem a noite bonita para lembrar-lhe Meu amor por você. Certamente agora, você vai dizer um  “Obrigado” e uma “Boa Noite”.

Psiu... está me ouvindo? Já dormiu.

Que pena! Boa Noite, durma bem, eu fico velando por você.

CLÍNICA DA ALMA

Médico Cirurgião: Jesus Cristo
Graduação: Filho de Deus

Médico Auxiliar: Espírito Santo

Sua Experiência: Infalível
Residência e Consultório: Em todo lugar
Sua Especialidade: O Impossível
Seu Instrumento: O Poder
Seu Favor: Graça

Seu Livro de Receitas: A Bíblia

Doenças que Cura: Todas
Preço do Tratamento: Fé
Sua Garantia: Absoluta
Sala de Cirurgia: O Altar
Seu Hospital: A Igreja
Sua Dieta: Oração e Jejum
Seus Exercícios: Boas Obras e Frutos
Consultas: 24h por dia.

DR. JESUS CRISTO

CARRO NOVO

Tinha esperado por este dia o ano todo finalmente tinha chegado cada hora, cada minuto, tudo cronometrado e calculado.

Quantos jantares especiais deixou de provar, deixou de presentear quem gostava e já tinha até esquecido como era um cinema, um passatempo que ele realmente adorava.

Viagens, cds ou livros, tudo isso tinha sido esquecido e jogado no fundo de seu baú de prioridades, durante o ano todo tinha apenas um único e verdadeiro desejo: comprar um carro novo.

Agora em sua mente passava cada sacrifício que fizera para economizar o dinheiro, a incompreensão de sua ex-namorada, que afirmava infantilmente que aquilo tinha virado obsessão. Os milhares e milhares de macarrão miojo, que substituíram uma dieta alimentar, mas, em troca, proporcionaram uma significativa economia.

Os amigos não via mais, não podia aceitar de forma nenhuma os convites para sair, afinal tinha a cerveja o churrasquinho, despesas desnecessárias. Praia no final de semana? nem pensar, era melhor afastar as tentações.

No caminho para a concessionária foi revendo cada um desses dias e começou a sonhar com o que faria com o carro novo. Iria arrumar uma linda namorada, tomara que fosse pelo menos parecida com a que tinha perdido, sair com os amigos, curtir uma praia, viajar, o mundo seria dele.

Comprou o carro, andou pouco. Com dois meses estava indo de ônibus para o trabalho, quem sabe poderiam bater em sua jóia, era melhor não arriscar e também a gasolina estava cara demais. Além disso tinha começado a economiza para trocar o carro por um modelo melhor no final do ano.

Seu lazer resumia em lavar e encerrar o carro, quase que o cultuando em sua forma semi-intacta, valeria um bom dinheiro na hora de trocar por outro modelo novo.

Passaram-se os anos, carros novos vieram e foram, já calvo e com a barriga bem destacada, um dia sentado ao lado do seu último modelo, ele começou a entender. Lembrou de quais eram realmente seus planos, se diverti, namorar, viajar e como tudo isso foi ficando pra depois e depois. Olhou para o carro novinho em sua frente e decidiu: vendeu-o.

Hoje me mandou um cartão postal do caribe, afinal nunca é tarde!

AS TRÊS ÁRVORES

Havia no alto de uma montanha três árvores que sonhavam o que seriam depois de grandes.
A primeira olhando as estrelas disse:
-- Eu quero ser o baú mais precioso do mundo, cheio de tesouros.
A segunda, olhando o riacho suspirou:
-- Eu quero ser um navio grande para transportar reis e rainhas.
A terceira, olhou o vale e disse:
-- Quero ficar aqui no alto da montanha e crescer tanto que as pessoas ao olharem para mim levantem os olhos e pensem em Deus.
Muitos anos se passaram e, certo dia, três lenhadores cortaram as árvores que estavam ansiosas em ser transformadas naquilo que sonhavam. Mas os lenhadores não costumavam ouvir ou entender de sonhos...
Que pena...
A primeira árvore acabou sendo transformada em um cocho de animais coberto de feno.
A segunda virou um simples barco de pesca, carregando pessoas e peixes todos os dias.
A terceira foi cortada em grossas vigas e colocada de lado num depósito.
Então, desiludidas e tristes, as três perguntaram:
-- Por que isso?
Entretanto, numa bela noite, cheia de luz e estrelas, uma  jovem mulher colocou seu bebê recém-nascido naquele cocho de animais e, de repente, a primeira árvore percebeu que continha o maior tesouro do mundo.
A segunda árvore estava transportando um homem que acabou por dormir no barco em que se transformara. E quando a tempestade quase afundou o barco, o homem levantou-se e disse:
-- Paz!
E num relance, a segunda árvore entendeu que estava  transportando o rei do céu e da terra.
Tempos mais tarde, numa sexta feira, a terceira árvore espantou-se quando suas vigas foram unidas em forma de cruz e um homem foi pregado nela. Logo sentiu-se horrível e cruel.
Mas logo no domingo seguinte, o mundo vibrou de alegria. E a terceira árvore percebeu que nela havia sido pregado um homem para a salvação da humanidade, e que as pessoas sempre se lembrariam de Deus e de seu filho ao olharem para ela.
As árvores haviam tido sonhos e desejos, mas, sua realização foi mil vezes maior do que haviam imaginado. 
Portanto, não esqueça: "Não importa o tamanho do seu sonho. Acreditando nele, sua vida ficará mais bonita e muito melhor para ser vivida."

AS PEDRAS GRANDES E O VASO

Um professor de filosofia queria demonstrar um conceito aos seus alunos.
Ele pegou um vaso de boca larga e colocou algumas pedras grandes dentro.
Então perguntou à classe: - Está cheio?
Unanimemente responderam: - Sim!
O professor pegou um balde de pedregulhos e virou dentro do vaso.
Os pequenos pedregulhos se alojaram nos espaços entre as pedras grandes.
Então perguntou aos alunos: - E agora, está cheio?
Desta vez alguns estavam hesitantes, mas a maioria respondeu: - Sim!
Então o professor levantou uma lata com areia e começou a derramá-la dentro do vaso.
A areia então preencheu os espaços entre os pedregulhos.
Pela terceira vez o professor perguntou: - Então, está cheio?
Agora, a maioria dos alunos estava receosa, mas novamente muitos responderam: - Sim!
O professor então pegou uma jarra com água e derramou-a dentro do vaso.
A água encharcou e saturou a areia.
Neste ponto o professor perguntou para a classe: - Qual o objetivo desta demonstração?
Um jovem e “brilhante” aluno levantou a mão e respondeu:
-          Não importa quanto a “agenda” da vida de uma pessoa esteja cheia, ela sempre conseguirá “espremer” dentro mais coisas!
-          Não exatamente, respondeu o professor.
-          O ponto é o seguinte: A menos que você coloque as pedras grandes em primeiro lugar dentro do vaso, nunca mais as conseguirá colocar lá dentro.
-          Vamos! Experimente! – disse o professor ao aluno.
O professor pegou então outro vaso igual, a mesma quantidade de pedras grandes, outro balde com pedregulhos, outra lata com areia e outra jarra com água.
O aluno começou colocando a água, depois a areia, depois os pedregulhos e por último tentou colocar as pedras grandes, mas estas já não couberam no vaso, pois boa parte do vaso havia sido ocupada com as coisas menores.
Prosseguiu, então, o professor:
-          As pedras grandes são as coisas realmente importantes de sua vida: são elas o seu crescimento pessoal e espiritual.
Se você deu prioridade a isso, as demais coisas se ajustarão por si só: seus relacionamentos (família, amigos), suas obrigações (profissão, afazeres), seus bens e direitos materiais e todas as demais menores que completam a vida.
Se você preencher sua vida somente com coisas pequenas, como ficou demonstrado com os pedregulhos, com a areia e a água, as coisas realmente importantes, como no exemplo, as pedras maiores, nunca terão espaço em suas vidas.

ORAÇÃO DO AMIGO

Senhor, eu te dou graças pelo amigo que me destes. É através de sua presença que tu ficas ao meu lado.
Olhando para seus olhos descobrir o sentido profundo que se oculta no teu próprio olhar! Deixando-me cativar pelo seu contagiante sorriso, aprendi também a sorrir.
Ouvindo suas confidências sinceras, aprendi a escutar sua voz.
Recebendo tantas provas de carinho, aprendi a amar os que convivem comigo.
Partilhando a vida, a fé, os erros, as lágrimas e as alegrias, eu te admiro no rosto sereno do meu amigo.
Graças te dou, meu Deus, porque te revelas em gestos tão humanos que posso experimentar-te sempre na pessoa deste amigo que te ama! Faze que ele seja muito feliz e que eu te encontre sempre na transparência da nossa AMIZADE. AMÉM

BASTA CRER ...

Havia um casal de ateus que tinha uma filha.
Os pais jamais lhe falaram de DEUS.
Uma noite, quando a menina tinha cinco anos, seus pais brigaram e o pai atirou em sua mãe.
Em seguida o pai se suicidou.
Tudo isto diante da menininha.
Ela foi enviada a um lar adotivo.
Sua nova mãe, católica, levou-a a igreja.
Nesse dia, a mãe explicou ao catequista que a menina jamais havia  escutado falar de JESUS e que, por favor, ela tivesse paciência. A catequista apanhou uma imagem de JESUS e perguntou a todos:
"Alguém sabe quem é esta pessoa ?"
A menininha respondeu :
"Eu sei, eu sei, esse é o homem que estava segurando na minha mão na noite em que meus pais morreram ..."

A CASA QUEIMADA

Um certo homem saiu em uma viagem de avião. Era um homem temente a Deus, e sabia que Deus o protegeria. Durante a viagem, quando sobrevoavam o mar um dos motores falhou e o piloto teve que fazer um pouso forçado no oceano.

Quase todos morreram, mas o homem conseguiu agarrar-se a alguma coisa que o conservasse em cima da água. Ficou boiando à deriva durante muito tempo até que chegou a uma ilha não habitada.

Ao chegar à praia, cansado, porém vivo, agradeceu a Deus por este livramento maravilhoso da morte. Ele conseguiu se alimentar de peixes e ervas. Conseguiu derrubar algumas árvores e com muito esforço construiu uma casinha para ele.

Não era bem uma casa, mas um abrigo tosco, com paus e folhas. Porém significava proteção. Ele ficou todo satisfeito e mais uma vez agradeceu a Deus, porque agora podia dormir sem medo dos animais selvagens que talvez pudessem existir na ilha.

Um dia, ele estava pescando e quando terminou, havia apanhado muitos peixes. Assim, com comida abundante, estava satisfeito com o resultado da pesca.

Porém, ao voltar-se na direção de sua casa, qual tamanha não foi sua decepção, ao ver sua casa toda incendiada. Ele se sentou em uma pedra chorando e dizendo em prantos:

-- Deus! Como é que o Senhor podia deixar isto acontecer comigo? O Senhor sabe que eu preciso muito desta casa para poder me abrigar, e o Senhor deixou minha casa se queimar todinha. Deus, o Senhor não tem compaixão de mim?

Neste mesmo momento uma mão pousou no seu ombro e ele ouviu uma voz dizendo:

-- Vamos rapaz?

Ele se virou para ver quem estava falando com ele, e qual não foi sua surpresa quando viu em sua frente um marinheiro todo fardado e dizendo:

-- Vamos rapaz, nós viemos te buscar...

-- Mas como é possível? Como vocês souberam que eu estava aqui?

-- Ora, amigo! Vimos os seus sinais de fumaça pedindo socorro. O capitão ordenou que o navio parasse e me mandou vir lhe buscar naquele barco ali adiante.

Os dois entraram no barco e assim o homem foi para o navio que o levaria em segurança de volta para os seus queridos.

MORAL DA HISTÓRIA  --  Quantas vezes nossa "casa se queima" e nós gritamos como aquele homem gritou? Em Romanos (cap. 8, vs. 28) lemos que todas as coisa contribuem para o bem daqueles que amam a Deus. Às vezes, é muito difícil aceitar isto, mas é assim mesmo. É preciso crer e confiar!

A FELICIDADE

Um dia, Deus e os anjos se reuniram e decidiram criar um homem e uma mulher. Planejaram criá-los à sua imagem e semelhança. Então, um deles disse:

-- Esperem! Se vamos criá-los à nossa imagem e semelhança, irão ter um corpo igual ao nosso, força e inteligência igual a nossa! Devemos pensar em algo que os diferencie de nós, senão estaríamos criando novos deuses. Devemos tirar-lhes algo, mas o que poderíamos tirar?

Depois de muito pensarem, chegaram à conclusão que deveriam tirar-lhes a FELICIDADE, mas o problema era onde escondê-la para que nunca a encontrasse. Então começaram a discutir...

-- Vamos escondê-la na montanha mais alta da Terra!

-- Não te recordas que demos força a eles? Alguém conseguirá subir até o topo desta montanha e saberão onde ela está.

-- Então vamos escondê-la no fundo do mar!

-- Também não seria um bom lugar, pois lhes demos inteligência e alguém certamente vai criar alguma máquina que os fará submergir e encontrá-la.
-- Quem sabe, possamos escondê-la em um planeta bem distante!
-- Também não seria eficaz, pois lhes demos a curiosidade e a ambição portanto, irão querer ultrapassar limites e logo criarão algo para voar pelo espaço e certamente a encontrarão.

Depois de muito discutirem e não chegarem a nenhuma conclusão, o único anjo que não havia falado, pediu a palavra e disse:

-- Creio que sei onde poderemos colocar a FELICIDADE em um lugar que eles nunca descobrirão!

Todos ficaram espantados e lhe perguntaram...

-- Então nos diga, onde??

E ele respondeu:

-- Colocaremos a FELICIDADE dentro deles, pois estarão tão preocupados buscando-a, fora, em CARRO, CASA, JÓIAS, COMIDA, ROUPAS E ETC, que nunca a descobrirão. Todos ficaram de acordo e desde então tem sido assim: O HOMEM PASSA A VIDA TODA BUSCANDO A FELICIDADE SEM SABER QUE A TRAZ CONSIGO.

Moral da História: A felicidade as vezes é uma benção, mas geralmente é uma conquista.

ACREDITAR E AGIR

Um viajante ia caminhando em solo distante, as margens de um grande lago de águas cristalinas. Seu destino era a outra margem.

Suspirou profundamente enquanto tentava fixar o olhar no horizonte. A voz de um homem coberto de idade, um barqueiro, quebrou o silêncio momentâneo, oferecendo-se para transportá-lo.

O pequeno barco envelhecido, no qual a travessia seria realizada, era provido de dois remos de madeira de carvalho. Logo seus olhos perceberam o que pareciam ser letras em cada remo. Ao colocar os pés empoeirados dentro do barco, o viajante pode observar que se tratava de duas palavras, num deles estava entalhada a palavra ACREDITAR e no outro AGIR.

Não podendo conter a curiosidade, o viajante perguntou a razão daqueles nomes originais dados aos remos. O barqueiro respondeu pegando o remo chamado ACREDITAR e remando com toda força. O barco, então, começou a dar voltas sem sair do lugar em que estava. Em seguida, pegou o remo AGIR e remou com todo vigor. Novamente o barco girou em sentido oposto, sem ir adiante.

Finalmente, o velho barqueiro, segurando os dois remos, remou com eles simultaneamente e o barco, impulsionado por ambos os lados, navegou através das águas do lago chegando ao seu destino, à outra margem.

Então o barqueiro disse ao viajante:

- Esse porto se chama autoconfiança. Simultaneamente, é preciso ACREDITAR e também AGIR para que possamos alcançá-lo!

APENAS A LÍNGUA PORTUGUESA NOS PERMITE ESCREVER ISSO...

Pedro Paulo Pereira Pinto, pequeno pintor português, pintava portas, paredes, portais. Porém, pediu para parar porque preferiu pintar panfletos. Partindo para Piracicaba, pintou prateleiras para poder progredir. Posteriormente, partiu para Pirapora. Pernoitando, prosseguiu para Paranavaí, pois pretendia praticar pinturas para pessoas pobres. Porém, pouco praticou, porque Padre Paulo pediu para pintar panelas, porém posteriormente pintou pratos para poder pagar promessas. Pálido, porém personalizado, preferiu partir para Portugal para pedir permissão para papai para permanecer praticando pinturas, preferindo, portanto, Paris. Partindo para Paris, passou pelos Pirineus, pois pretendia pintá-los.
Pareciam plácidos, porém, pesaroso, percebeu penhascos pedregosos, preferindo pintá-los parcialmente,pois perigosas pedras pareciam precipitar-se principalmente pelo Pico, porque pastores passavam pelas picadas para pedirem pousada, provocando provavelmente pequenas perfurações, pois, pelo passo percorriam, permanentemente, possantes potrancas. Pisando Paris, permissão para pintar palácios pomposos, procurando pontos pitorescos, pois, para pintar pobreza, precisaria percorrer pontos perigosos, pestilentos, perniciosos, preferindo Pedro Paulo precaver-se.
Profundas privações passou Pedro Paulo. Pensava poder prosseguir pintando, porém, pretas previsões passavam pelo pensamento, provocando profundos pesares, principalmente por pretender partir prontamente para Portugal. Povo previdente! Pensava Pedro Paulo...
Preciso partir para Portugal porque pedem para prestigiar patrícios, pintando principais portos portugueses.
 - Paris! Paris! Proferiu Pedro Paulo.
 - Parto, porém penso pintá-la permanentemente, pois pretendo progredir.
 Pisando Portugal, Pedro Paulo procurou pelos pais, porém, Papai Procópio partira para Província. Pedindo provisões, partiu prontamente, pois precisava pedir permissão para Papai Procópio para prosseguir praticando pinturas.
Profundamente pálido, perfez percurso percorrido pelo pai. Pedindo permissão, penetrou pelo portão principal. Porém, Papai Procópio puxando-o pelo pescoço proferiu: Pediste permissão para praticar pintura, porém, praticando, pintas pior. Primo Pinduca pintou perfeitamente prima Petúnia. Porque pintas porcarias? Papai, proferiu Pedro Paulo, pinto porque permitiste, porém, preferindo, poderei procurar profissão própria para poder provar perseverança, pois pretendo permanecer por Portugal. Pegando Pedro Paulo pelo pulso, penetrou pelo patamar, procurando pelos pertences, partiu prontamente, pois pretendia pôr Pedro Paulo para praticar profissão perfeita: pedreiro!
Passando pela ponte precisaram pescar para poderem prosseguir peregrinando. Primeiro, pegaram peixes pequenos, porém, passando pouco prazo, pegaram pacus, piaparas, pirarucus. Partindo pela picada próxima, pois pretendiam pernoitar pertinho, para procurar primo Péricles primeiro. Pisando por pedras pontudas, Papai Procópio procurou Péricles, primo próximo, pedreiro profissional perfeito. Poucas palavras proferiram, porém prometeu pagar pequena parcela para Péricles profissionalizar Pedro Paulo. Primeiramente Pedro Paulo pegava pedras, porém, Péricles pediu-lhe para pintar prédios, pois precisava pagar pintores práticos. Particularmente Pedro Paulo preferia pintar prédios. Pereceu pintando prédios para Péricles, pois precipitou-se pelas paredes pintadas. Pobre Pedro Paulo, pereceu pintando..." Permita-me, pois, pedir perdão pela paciência, pois pretendo parar para pensar...
Para parar preciso pensar. Pensei. Portanto, pronto pararei.       
E o engraçado é que ainda nos achamos o máximo quando consegue dizer: "O Rato Roeu a Rica Roupa do Rei de Rom”.