segunda-feira, 7 de novembro de 2016

Os acendedores de manhãs!!!

Recebi de uma amiga, linda reflexão.
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Os acendedores de manhãs!!!

Joan Edesson de Oliveira*

Ah! Esses meninos. Ah! Essas meninas. 
Espalham-se pelas ruas, pelas escolas, pelas universidades. Não se contentam mais em esperar pelo amanhã, não querem apenas, como deles dizia Máximo Górki, ter a face do amanhã. Têm sede de hoje, estão famintos pelo agora.

Quem são esses meninos, que ocupam o Brasil, que transbordam em sua juventude e em sua rebeldia, que não podem mais ser escondidos, por mais que tentem? São herdeiros de outros meninos, em lugares e em tempos tantos da nossa história. São herdeiros daquele menino baiano Antônio de Castro Alves, abolicionista e republicano, voz tão poderosa a pregar aos séculos que “toda noite tem auroras” e a dizer aos moços como ele que “não tarda a aurora da redenção”. Descendem eles do menino alagoano Zumbi, que imberbe ainda comandou homens e sonhou a liberdade.

Quem são essas meninas, buliçosas e de olhar tão vivo, que transpiram beleza e coragem, que erguem a voz doce e firme em tribunas hostis, obrigando velhos conservadores a desviar o olhar, envergonhados e derrotados, por mais que se vistam de vencedores? São descendentes diretas daquela menina Anita Garibaldi, que aos dezoito anos fazia guerra e amor, incendiando o sul do Brasil com a chama da liberdade. Elas vêm da baiana Maria Quitéria, pondo em fuga o opressor português. Vêm de outra baiana, Maria Bonita, que aos vinte anos armou a ternura e alou-se em lenda na caatinga sertaneja. 

Por que despertam tanto ódio nas elites, por que são tão atacados? Não são um exército com tanques, mísseis, fuzis. Não são uma força estrangeira a nos invadir. Qual o perigo que representam, então? Por que jornais e emissoras de TV se empenham tanto em atacá-los? Por que representantes de um governo ilegítimo, velho, machista e misógino, atacam com tal força essas meninas que discursam? Por que recrutam milícias que parecem integralistas saídos de um mofado livro de história para atacar esses jovens?

É que esses meninos, essas meninas, riso solto e gargalhada livre, são uma grande ameaça. Os alicerces desse edifício secular das classes dominantes tremem ante o riso deles, temem a sua gargalhada. Mas acima de tudo, o que causa temor mesmo são os sonhos desses meninos e meninas. Sim, eles sonham. Sonham com educação de qualidade, sonham com justiça, sonham com uma polícia que não seja executora da juventude, sonham com um Brasil novo e têm a mais pura e justa certeza de que o novo sempre vem. 

É por isso que eles são tão perigosos. É por isso que há jornalistas vendidos que os atacam. É por isso que há promotores de justiça que ordenam que eles sejam algemados. É por isso que há juízes que autorizam e recomendam o uso de técnicas de tortura contra eles. É por isso que há policiais prontos a bater, a socar, a prender. Porque esses meninos e essas meninas são perigosos, porque eles agarraram o futuro com as mãos e querem que o futuro seja aqui e agora, e não num tempo que nunca chega. Esses meninos são perigosos porque eles podem colocar o mundo de ponta cabeça, e de virá-lo em festa, trabalho e pão, como sonhou o poeta.

E esses meninos e essas meninas estão armados. Suas armas são as ideias que carregam, são o verbo que corta, a voz que inflama. Estão armados, eles. Trazem consigo a arma mais poderosa que há. Como em Pessoa, trazem em si todos os sonhos do mundo.

Parece que saíram de algum poema, esses meninos, essas meninas. Parecem que saíram de algum poema, para em tempos de tanta escuridão, de noite tão comprida, correrem pelas esquinas do Brasil, chamando pela aurora, acendendo as manhãs.

Pai, Eternas Saudades!!!

Naquela Mesa, Nelson Gonçalves

Naquela mesa ele sentava sempre
E me dizia sempre o que é viver melhor
Naquela mesa ele contava histórias
Que hoje na memória eu guardo e sei de cor
Naquela mesa ele juntava gente
E contava contente o que fez de manhã
E nos seus olhos era tanto brilho
Que mais que seu filho
Eu fiquei seu fã

Eu não sabia que doía tanto
Uma mesa num canto, uma casa e um jardim
Se eu soubesse o quanto dói a vida
Essa dor tão doída não doía assim
Agora resta uma mesa na sala
E hoje ninguém mais fala do seu bandolim

Naquela mesa tá faltando ele
E a saudade dele tá doendo em mim
Naquela mesa tá faltando ele
E a saudade dele tá doendo em mim

Feliz aniversário Pai, obrigado por tudo.

terça-feira, 23 de agosto de 2016

Em Natal, exposição fotográfica celebra 10 anos da Lei Maria da Penha

Lançamento acontece nesta terça-feira (23) na sede da SPM.
'Eu não me calo' reúne fotos de mulheres que combatem a violência.

Exposição 'Eu não me calo' é assinada pela fotógrafa Kalina Veloso (Foto: Eliana Félix)
Exposição 'Eu não me calo' é assinada pela fotógrafa Kalina Veloso (Foto: Eliana Félix)

Uma exposição promovida pela Secretaria Estadual de Políticas Públicas para as Mulheres (SPM) vai acontecer nesta terça-feira (23) com o tema 'Eu não me calo', assinada pela fotógrafa Kalina Veloso. As fotos têm participação de mulheres representantes de instituições públicas do Rio Grande do Norte que combatem a violência doméstica.

Tenente da PM Célia Melo, professora do IFRN Andrezza Tavares, delegada Paoulla Maués e a defensora pública Disiane Costa são algumas das mulheres fotografadas para a exposição  (Foto: Kalina Veloso)
Tenente da PM Célia Melo, professora do IFRN Andrezza Tavares, delegada Paoulla Maués e a defensora pública Disiane Costa são algumas das mulheres fotografadas para a exposição (Foto: Kalina Veloso)

O evento faz parte da programação do 'Agosto Lilás', que celebra 10 anos da sanção da Lei 11.340/06, mais conhecida como Lei Maria da Penha.

A secretária Flávia Lisboa afirma que a ação é uma forma de conscientizar a população sobre o tema. “Queremos mostrar que lutaremos para combater o crime contra a mulher e juntos podemos vencer essa batalha. Não vamos nos calar diante do problema", disse.


Serviço
Exposição fotográfica 'Eu não me calo'
Data: 23 de agosto das 8h às 17h, até o dia 25 deste mês.
Horário: 17h
Local: Secretaria Estadual de Políticas Públicas para as Mulheres - Avenida Hermes da Fonseca, nº 1009, bairro Tirol, Nata

Fonte: Do G1 RN

segunda-feira, 22 de agosto de 2016

Uma campanha pela proteção e valorização da mulher



As mulheres são a maioria da população e tem o maior índice de escolaridade, mas continuam sofrendo com o preconceito, o machismo, a discriminação e a violência. A cada 5 minutos uma mulher é agredida no Brasil. Por dia, 13 são violentadas ficando com sequelas - quando não morrem. Precisamos dar um basta nessa violência.

O Governo do Rio Grande do Norte, atravé da Secretaria de Políticas Públicas para as Mulheres, lança uma campanha de conscientização e valorização da mulher na sociedade, convocando a todos que não se calem diante da violência contra a mulher.

Discuta. Participe. Colabore.

Vamos fazer a nossa parte. Ligue e denuncie 0800 281 2336 (a ligação é gratuita)

As mulheres são a maioria da população e tem o maior índice de escolaridade, mas continuam sofrendo com o preconceito, o machismo, a discriminação e a violência. A cada 5 minutos uma mulher é agredida no Brasil. Por dia, 13 são violentadas ficando com sequelas - quando não morrem. Precisamos dar um basta nessa violência.

O Governo do Rio Grande do Norte, através da Secretaria de Políticas Públicas para as Mulheres, lança uma campanha de conscientização e valorização da mulher na sociedade, convocando a todos que não se calem diante da violência contra a mulher.

Discuta. Participe. Colabore.

Vamos fazer a nossa parte. Ligue e denuncie 0800 281 2336 (a ligação é gratuita)

Fonte: SPM/ RN
As mulheres são a maioria da população e tem o maior índice de escolaridade, mas continuam sofrendo com o preconceito, o machismo, a discriminação e a violência. A cada 5 minutos uma mulher é agredida no Brasil. Por dia, 13 são violentadas ficando com sequelas - quando não morrem. Precisamos dar um basta nessa violência.
O Governo do Rio Grande do Norte, atravé da Secretaria de Políticas Públicas para as Mulheres, lança uma campanha de conscientização e valorização da mulher na sociedade, convocando a todos que não se calem diante da violência contra a mulher.
Discuta. Participe. Colabore.
Vamos fazer a nossa parte. Ligue e denuncie 0800 281 2336 (a ligação é gratuita)
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quarta-feira, 17 de agosto de 2016

Direitos Sociais dos Cidadãos


Os Direitos Sociais têm por finalidade permitir que as pessoas disponham de serviços que garantam uma mínima qualidade de vida. Para saber mais acesse nossa Constituição: http://bit.ly/1PSUQCo

quinta-feira, 11 de agosto de 2016

7 fatos que comprovam que você não pode tirar férias dos estudos

É cada vez mais comum pessoas investirem em cursos e capacitações para se manterem ativas no mercado e nos estudos
Olá, leitores!
Estudar nunca é demais, ainda mais quando falamos de vestibular, concurso e capacitação profissional, não é mesmo? Isso porque, cada leitura e cada momento remetem a um aprendizado novo que pode ser decisivo para o nosso futuro.
É por isso que cada vez mais especialistas tem incentivado as pessoas a não tiraremférias totais do estudo. É isso mesmo o que você leu, mas pode manter a calma! Isso não quer dizer que você precisa ficar debruçado em cima de um livro 365 dias por ano. Pelo contrário, a ideia é manter uma disciplina para que haja um equilíbrio entre o estudo, o lazer e as atividades cotidianas para que você possa se destacar no mercado em geral.
Ainda está confuso? Calma! Abaixo selecionamos 7 motivos que comprovam que você não pode, em hipótese alguma, abandonar o aprendizado de uma hora para a outra.
  1. O estudo é a chave de entrada para o mercado de trabalho e, também, da saídaSegundo pesquisas recentes, quem se dedica aos estudos com mais frequência tem maiores chances de ser promovido e se destacar no mercado de trabalho. Isso porque, normalmente, após a faculdade ou a pós-graduação as pessoas tendem a deixar os estudos de lado. Ou seja, quem busca a capacitação por meio de cursos de atualização, de idiomas, entre outras opções, ganha um ponto extra com o chefe;
  2. O mercado está em constante mudança. Com o fácil acesso a internet e tecnologias, o mercado muda cada vez mais rápido. Dessa forma, é preciso acompanhar o ritmo e se capacitar para se manter a frente da concorrência e garantir um trabalho eficiente;
  3. 8 em cada 10 novos negócios fracassam por falta de conhecimento. Para garantir que o negócio vá para frente, é preciso ter conhecimento sobre os mais diversos setores. No entanto, não basta vivência no mercado, é necessário investir em cursos para aprender técnicas novas;
  4. Raciocínio rápido. Quanto maior o seu conhecimento em relação a algum tema, mais chances você tem de se destacar e de garantir uma solução eficaz para os mais diversos problemas;
  5. Credibilidade. Conhecimento e estudo passam credibilidade ao mercado;
  6. Cada hora conta. No caso de quem se prepara para vestibulares ou concursos, é possível perceber ainda que, quem aproveita as folgas para revisar matéria ou tirar dúvidas, tem um desempenho acima do esperado;
  7. A mente descansa e a matéria sai. É comum que, em época de vestibular, por exemplo, em que as pessoas estão cansadas e sendo cobradas por todos os lados, haja uma preocupação em descansar a mente no mês de férias. Isso, no entanto, pode ser um problema já que o cérebro é como um músculo e precisa estar em constante movimento para não atrofiar. Se ele se desacostumar com o ritmo de estudo,graves consequências em relação as matérias podem ocorrer.
Você concorda com isso?
Fonte: Canal do ensino

sexta-feira, 22 de julho de 2016

Violência contra mulheres

Maioria dos internautas conhece mulheres agredidas e vê aumento dessa violência
Mais da metade dos internautas (61%) têm a percepção de que a violência contra a mulher aumentou nos últimos 12 meses. A maioria (61%) também revela conhecer alguém que tenha sido vítima desse tipo de violência.
Esses índices são o resultado da enquete sobre violência contra mulheres realizada pelo Instituto DataSenado em parceria com a Agência Senado, de 16 de junho a 17 de julho deste ano. Com 138.261 participantes, os dados obtidos indicam a importância do tema para a sociedade, além de oferecer dados relevantes para subsidiar debates que vêm ocorrendo no Congresso Nacional.
A enquete mostra também que mais de 90% dos internautas defendem prisão para quem publicar imagens de estupro, além do aumento de pena para autores do crime de estupro cometido por duas ou mais pessoas.
Sobre a primeira atitude tomada pelas agredidas, os participantes da enquete, que revelaram conhecer mulheres vítimas desse tipo de violência, apontaram que 33% não fazem nada, 27% procuram as delegacias de polícia, 20% buscam ajuda da família e 12% vão aos hospitais. Uma quantidade menor (7%) tem iniciativa de ligar para o Ligue 180, número oficial da Secretaria de Políticas para Mulheres de socorro às agredidas. O mesmo índice (7%) procura atendimento em ONGs. Apenas 3% buscam organismos oficiais de assistência social.
A enquete revela ainda um baixo nível de conhecimento dos internautas sobre as punições a agressores. Somente 28% dos participantes indicam ter muita informação sobre penas por agressões às mulheres, enquanto 66% avaliam conhecer pouco sobre o tema. Para 85% dos respondentes, as atuais penas por estupro são insuficientes.
O levantamento abordou também as possíveis medidas para se combater o estupro. Para a maioria (42%), a melhora da educação nas escolas seria a medida mais eficaz. Essa opção veio seguida pela garantia do cumprimento das leis (19%) e realização de campanhas de conscientização.
Os resultados refletem a opinião das pessoas que participaram da enquete no portal do Senado Federal. Os números não representam a opinião da totalidade da população brasileira.
Fonte: Senado Federal

Abandono. Quais os tipos?


Os pais têm o dever de educar e criar os seus filhos para que, no futuro, eles consigam ser adultos independentes. Quando não cumprido esse dever, caracteriza-se abandono intelectual, material ou afetivo. Confira a matéria no portal do CNJ que fala sobre os abandonos: http://bit.ly/1QPadrR. ‪#‎CNJServiço‬
 
Descrição da imagem ‪#‎PraCegoVer‬: Uma criança pequena tampando os olhos com as mãos. 
 
Descrição da ilustração: Abandono. Quais os tipos. Abandono material: quando o responsável deixa de prover, sem justa causa, a subsistência do filho menor de 18 anos. Abandono intelectual: quando o responsável deixa de garantir a educação primária de seu filho sem justa causa. Abandono afetivo: quando caracterizada a indiferença afetiva de um genitor em relação a seus filhos. Fb.com/cnj.oficialtwitter.com/cnj_oficial

quinta-feira, 21 de julho de 2016

Depoimento Infantil



O CNJ recomenda uma metodologia diferenciada de escuta judicial executada por uma equipe multidisciplinar que garante a proteção de crianças e adolescentes vítimas ou testemunhas de violência. A Recomendação n. 33 garante também um ambiente adequado ao depoimento. Para saber mais, acesse: http://bit.ly/1NHbpOC

Descrição da imagem ‪#‎PraCegoVer‬: Uma criança sentada com as mãos sobre a cabeça abaixada encostada nas pernas.

Descrição da ilustração: Depoimento infantil. O CNJ recomenda aos tribunais a criação de serviços especializados para escuta de crianças e adolescentes vítimas ou testemunhas de violência nos processos judiciais. Depoimento Especial. Recomendação n. 33 do CNJ. Fb.com/cnj.oficial twitter.com/cnj_oficial

quarta-feira, 13 de julho de 2016

26 anos do ECA – Estatuto da Criança e do Adolescente


O ECA (Lei nº 8.069, de 13 de Julho de 1990) foi criado com o objetivo de reconhecer e garantir os direitos da criança e do adolescente.

Segundo o art. 4 do ECA:

“É dever da família, da comunidade, da sociedade em geral e do poder público assegurar, com absoluta prioridade, a efetivação dos direitos referentes à vida, à saúde, à alimentação, à educação, ao esporte, ao lazer, à profissionalização, à cultura, à dignidade, ao respeito, à liberdade e à convivência familiar e comunitária.”

As representações sociais que temos hoje da Infância e da Adolescência nem sempre existiram ao longo da história da humanidade.

Até o século XVI, durante a época medieval, as crianças eram vistas como “adultos em miniatura”, sem nenhuma diferença ou cuidado privilegiado durante o convício social.

Acredita-se que Igreja teve muita influência na atenção aos primeiros anos de vida, ao considerar os ideais de família e de moralidade, passando a defender os cuidados e a educação disciplinar do sujeito no início da vida.

O processo de industrialização, que substituiu a sociedade agrícola também afetou significativamente o agrupamento familiar e o destino dado às crianças, que deixaram de ser utilizadas como mão de obra na lavoura.

Já o conceito de adolescência surgiu somente em meados do século XX, entre as duas Grandes Guerras. Atualmente, delimitamos a adolescência como o período de transição da infância para a idade adulta, marcada não apenas pela puberdade (amadurecimento biológico), mas também pelos conflitos inerentes a construção de identidade e autonomia do sujeito.

Na contemporaneidade a escolarização, os estudos da Pedagogia e também da Psicologia passaram a considerar os sujeitos nas diferentes fases da vida, contribuindo para o desenvolvimento dos conceitos acerca da infância e da adolescência, ao se preocupar com o indivíduo e sua participação social.

O fato é devemos considerar que as relações parentais e familiares vividas durante nossa infância e adolescência e também o discurso social, cultural, econômico e político do qual fazemos parte afeta o modo como vivemos, as escolhas que fazemos e os sujeitos que nos tornamos, contribuindo e alicerçando o trajeto da nossa vida.

Assim, apesar de muitos avanços no que diz respeito aos direitos da criança e do adolescente, ainda existem muitos sujeitos privados de usufruir saudavelmente destas importantes etapas de sua constituição como um ser no mundo, à medida que sofrem diversas formas de negligência, violência, preconceitos e discriminações e estão inseridos em diferentes classes sociais, permeadas pela desigualdade.

Nesta data importante, que poderia comemorar tantos outros progressos no sentido que se propõe o ECA, porém ainda tem que lidar com muitos retrocessos e ideologias dominantes e dominadoras, vale a pena nos questionar: o que estamos fazendo da infância e da adolescência dos sujeitos de nosso país??

Penso que esta reflexão vale não somente para os profissionais dos serviços socioassistenciais, mas para todo cidadão de direitos que já foi criança e adolescente um dia e/ou que os tem sob sua responsabilidade.

Fonte: Psicologias do Brasil

quinta-feira, 2 de junho de 2016

10 dicas para mudar de carreira em qualquer fase de sua vida

Mude de carreira sem culpa

Muitos profissionais passam uma vida atuando em atividades que não causam mais comoção ou entusiasmo por medo de mudarem. Mesmo que você tenha investido muito em formação e buscado experiências sólidas na atividade que executa atualmente, não quer dizer que você não possa mudar sempre que quiser e não precisa se sentir culpado por isso. Pior do que mudar de carreira é continuar fazendo algo que não gosta.

Saiba o que quer fazer e tenha metas

Se a carreira não lhe satisfaz mais, é hora de mudar. Mas para onde ir? Qual o seu objetivo? Mudar de profissão ou apenas ampliar as suas atividades dentro do segmento que escolheu para si? Reflita sobre o que é importante para você nesta fase de sua vida e defina metas profissionais e pessoais. É muito importante que você saiba onde quer chegar antes mesmo de agir.

Expanda a sua carreira

Se a sua decisão é continuar na profissão, mas expandir as suas possibilidades de atuação, defina esta meta específica. O que faria a sua carreira expandir? Uma promoção? A mudança para uma empresa com melhores condições de trabalho? Uma pós-graduação? Capacitações diferenciadas? Ser fluente em um idioma? Saiba o que quer e veja o que é preciso para que isso se efetive.

Mude de profissão

Não há nada contra mudar de profissão, mesmo que você tenha 20, 30 ou 60 anos e independentemente do quanto investiu até o momento. O importante é ser produtivo fazendo o que você gosta. Lembre-se que se você mudar de profissão, toda a sua formação anterior não some – ela pode ser agregada e adaptada na sua nova jornada. É um grande desafio aprender uma profissão do zero e um investimento grande também e, para que a experiência seja positiva, você pode determinar um período de transição.

Tenha um plano de ação

Nada vira realidade se você não se propõe a executar ações práticas para mudar a sua carreira. Tenha um cronograma definido com ações necessárias para que tenha resultados positivos mudando de carreira ou de profissão. Estas tarefas devem ser diárias ou semanais e devem ser mensuradas constantemente.

Execute uma transição

Você não precisa abandonar tudo para mudar de carreira. Você pode determinar um período para se preparar e se capacitar, ajeitar a vida e partir para a próxima. Muitas pessoas fazem da nova carreira uma atividade extra até conseguirem ser independentes – essa é uma ótima ideia quando não se há apoio ou estrutura que garanta a mudança de forma tranquila.
transicao-profissional

Invista em formação

A formação sempre será um importante diferencial. Veja quais as suas necessidades e busque se capacitar com cursos que seja de qualidade e acrescentem peso não só no seu currículo, mas que deem conhecimentos na sua nova rotina profissional.

Conheça as suas possibilidades

Nem sempre as possibilidades que você procura está em outra profissão. Em outros casos, você possui talentos e competências para exercer outras atividades e você as desconhece. Esteja aberto às oportunidades.

Desemprego é apenas uma fase (e tudo passa)

Em tempos de crise, estar desempregado pode ser desesperador. Mas saiba que a recolocação profissional ocorre com qualquer pessoa em diferentes fases da vida. Veja como uma oportunidade de realinhamento, de conquistar oportunidades melhores. Mantenha a calma, pois só assim poderá tomar atitudes mais estratégicas e conseguir uma oportunidade mais rápido.

Qual o seu propósito de vida?

Carreira tem a ver com propósito de vida. Se você ainda não descobriu o seu, pode estar enfrentando dificuldades para atuar profissionalmente, e isso afeta também a vida pessoal. Busque se conhecer melhor e saber o que faz você levantar todos os dias para trabalhar.
Boas escolhas!

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016