sábado, 21 de novembro de 2015

ENGENHEIROS DO HAWAII E UMA PROFUNDA REFLEXÃO


Nas grandes cidades do pequeno dia-a-dia
O medo nos leva a tudo, sobretudo a fantasia
Então erguemos muros que nos dão a garantia
De que morreremos cheios de uma vida tão vazia
Erguemos Muros

Nas grandes cidades de um país tão violento
Os muros e as grades nos protegem de quase tudo
Mas o quase tudo quase sempre é quase nada
E nada nos protege de uma vida sem sentido
O quase tudo quase sempre é quase nada

Um dia super
Uma noite super
Uma vida superficial
Entre cobras
Entre as sobras
Da nossa escassez

Um dia super
Uma noite super
Uma vida superficial
Entre sombras
Entre escombros
Da nossa solidez

Nas grandes cidades de um país tão surreal
Os muros e as grades
Nos protegem de nosso próprio mal
Levamos uma vida que não nos leva a nada
Levamos muito tempo prá descobrir
Que não é por aí...não é por nada não
Não, não pode ser...é claro que não é
Será?

Meninos de rua, delírios de ruína
Violência nua e crua, verdade clandestina
Delírios de ruína, delitos e delícias
A violência travestida, faz seu trottoir
Em armar de brinquedo, medo de brincar
Em anúncios luminosos, lâminas de barbear!

Um dia super
Uma noite super
Uma vida superficial
Entre cobras
Entre as sobras
Da nossa escassez

Uma voz sublime
Uma palavra sublime
Um discurso subliminar
Entre sombras
Entre escombros
Da nossa solidez

Viver assim é um absurdo
Como outro qualquer
Como tentar um suicídio
Ou amar uma mulher
Viver assim é um absurdo

Avanços que o Estatuto da Igualdade Racial


Saiba quais foram os avanços que o Estatuto da Igualdade Racial trouxe nos últimos 5 anos: http://bit.ly/1T06UOo

Marcha Das Mulheres Negras

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pela investigação dos casos de violência doméstica e assassinatos de mulheres negras.

quinta-feira, 19 de novembro de 2015

19 de novembro - Dia da Bandeira Legendado.


Hino à Bandeira Nacional
Compositor: Poema: Olavo Bilac / Música: Francisco Braga


Salve lindo pendão da esperança!

Salve símbolo augusto da paz!
Tua nobre presença à lembrança
A grandeza da Pátria nos traz.



Recebe o afeto que se encerra
em nosso peito juvenil,
Querido símbolo da terra,
Da amada terra do Brasil!



Em teu seio formoso retratas
Este céu de puríssimo azul,
A verdura sem par destas matas,
E o esplendor do Cruzeiro do Sul.



Recebe o afeto que se encerra
Em nosso peito juvenil,
Querido símbolo da terra,
Da amada terra do Brasil!



Contemplando o teu vulto sagrado,
Compreendemos o nosso dever,
E o Brasil por seus filhos amado,
poderoso e feliz há de ser!



Recebe o afeto que se encerra
Em nosso peito juvenil,
Querido símbolo da terra,
Da amada terra do Brasil!



Sobre a imensa Nação Brasileira,
Nos momentos de festa ou de dor,
Paira sempre sagrada bandeira
Pavilhão da justiça e do amor!



Recebe o afeto que se encerra
Em nosso peito juvenil,
Querido símbolo da terra,

Da amada terra do Brasil!

Você sabia???


A universalização dos Cras foi uma das propostas mais apoiadas de #AssistênciaSocialno Dialoga Brasil. Você sabia que eles já estão em 99,3% dos municípios? E os Creas estão em 95,4% dos municípios com população a partir de 20 mil habitantes

Identidade de gênero

É comum confundir identidade de gênero com orientação sexual e sexo biológico. Você sabia que identidade de gênero não é o mesmo que orientação sexual?

Marcha Das Mulheres Negras

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pela punição da discriminação racial e sexual em atendimentos de serviços públicos.

quarta-feira, 18 de novembro de 2015

É Direito do Trabalhador

Veja na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) as hipótese de diminuição do período de férias por faltas: bit.ly/leistrabalho.

Marcha Das Mulheres Negras



pelo fim dos critérios e práticas racistas e sexistas no ambiente de trabalho.

O QUE SÃO DIREITOS HUMANOS

Direitos humanos são os direitos e liberdades básicas de todos os seres humanos. Seu conceito também está ligado com a ideia de liberdade de pensamento, de expressão, e a igualdade perante a lei. A ONU proclamou a Declaração Universal dos Direitos Humanos, que é respeitada mundialmente.


A Declaração Universal dos Direitos Humanos da Organização das Nações Unidas afirma que todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e em direitos, dotados de razão e de consciência e devem agir uns para com os outros em espírito de fraternidade.

A ONU adotou a Declaração Universal dos Direitos Humanos, com o objetivo de evitar guerras, promover a paz e a democracia e fortalecer os Direitos Humanos. A Declaração Universal dos Direitos Humanos tem uma importância mundial, apesar de não obrigar juridicamente que todos os Estados a respeitem. Para a Assembleia Geral da ONU, a Declaração Universal dos Direitos Humanos tem como ideal ser atingido por todos os povos e todas as nações, com o objetivo de que todos tenham sempre em mente a Declaração, para promover o respeito a esses direitos e liberdades.

A origem do conceito de direitos humanos é na filosofia de direitos naturais que seriam atribuídos por Deus. Muitos filósofos dizem que não existem diferenças entre os direitos humanos e os direitos naturais, e John Locke foi o mais importante filósofo a desenvolver esta teoria.

Por exemplo, durante o século XX nos Estados Unidos, o movimento a favor dos direitos humanos defendia a igualdade entre todas as pessoas. Na sociedade americana daquela época, havia uma forte discriminação dos indivíduos negros, que muitas vezes não desfrutavam dos plenos direitos fundamentais. Um importante defensor dos movimentos a favor dos direitos humanos foi Martin Luther King Jr.

Existem várias organizações e movimentos que têm como objetivo defender os direitos humanos. Um exemplo claro é a Anistia Internacional.

terça-feira, 17 de novembro de 2015

Teleconferência debate trabalho social com famílias indígenas no Suas



Os ‪#‎PovosIndígenas‬ se destacam na cena social e política brasileira por vivenciarem realidades diversificadas, e o ‪#‎Suas‬ realiza um trabalho direcionado à essa população. Confira a teleconferência do Ministério do Desenvolvimento Social sobre o tema, realizada na semana passada.

Marcha Das Mulheres Negras

Mulheres negras são 62% da força do trabalho doméstico, e 75% ñ possuem carteira assinada

A Declaração Universal dos Direitos Humanos

Conselho de Direitos Humanos da ONU

Declaração Universal dos Direitos Humanos (DUDH) é um documento marco na história dos direitos humanos. Elaborada por representantes de diferentes origens jurídicas e culturais de todas as regiões do mundo, a Declaração foi proclamada pela Assembleia Geral das Nações Unidas em Paris, em 10 de Dezembro de 1948, através da Resolução 217 A (III) da Assembleia Geral como uma norma comum a ser alcançada por todos os povos e nações. Ela estabelece, pela primeira vez, a proteção universal dos direitos humanos.
Desde sua adoção, em 1948, a DUDH foi traduzida em mais de 360 idiomas – o documento mais traduzido do mundo – e inspirou as constituições de muitos Estados e democracias recentes. A DUDH, em conjunto com o Pacto Internacional dos Direitos Civis e Políticos e seus dois Protocolos Opcionais (sobre procedimento de queixa e sobre pena de morte) e com o Pacto Internacional dos Direitos Econômicos, Sociais e Culturais e seu Protocolo Opcional, formam a chamada Carta Internacional dos Direitos Humanos.
Uma série de tratados internacionais de direitos humanos e outros instrumentos adotados desde 1945 expandiram o corpo do direito internacional dos direitos humanos.
Acesse outros documentos em www.dudh.org.br/definicao/documentos

Marcha Das Mulheres Negras

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#MarchaDasMulheresNegras pela titulação e garantia das terras quilombolas, sobretudo em nome das mulheres negras.
UNICEF Brasil ‏

Estrupo é crime

segunda-feira, 16 de novembro de 2015

Por que marcham as negras

Mulheres pretas de todo o país vão a Brasília nesta quarta-feira protestar contra o racismo e a violência que as vitimam

Flávia Oliveira Foto: O Globo

Por: Flávia Oliveira
Leia o artigo completo: http://goo.gl/UL6fbP 

domingo, 15 de novembro de 2015

A MENINA QUE FUGIA

Meninajpg.jpg
  1. Foto meramente ilustrativa


Conhecemos o contexto histórico por trás dos refugiados sírios, os relatos dramáticos, vemos imagens, lemos depoimentos, acusações, críticas, sugestões, questões políticas, religiosas e humanitárias, tudo isso tem sido mostrado pela mídia e está em todas as redes sociais. Muito sabemos sobre essa guerra civil que iniciou em 2011 e já matou mais de 240 mil pessoas, deixando mais de 4 milhões de refugiados, mas isso é só o que nos contam - ou vemos na TV, no conforto dos nossos sofás, longe da realidade cruel de uma guerra.
Imagine que você é uma criança de seis anos, uma menina comum, que frequenta a escola, tem amigos com os quais gosta de brincar, pratica sua religião e vive em paz com sua família em seu país de origem, a Síria. Sim, você é uma criança síria e vive lá, ou vivia... Uma Síria governada com mão de ferro por Bashar al-Assad, eleito e reeleito há mais de três décadas. Um país marcado por conflitos há séculos, com um governo ditador, onde política e religião são motivos de revoltas. Uma região que foi sede de várias batalhas, foi dividida e unificada várias vezes, invadida e governada por diversos povos e que hoje é palco de um caos instaurado.
O povo sírio está cansado disso tudo, quer paz, alguns não conseguem compreender por que seu país está em guerra e porquê precisam sair dele. Mas, eles acompanharam os acontecimentos, viram quando e como começou essa guerra, e sabem que a vida que conheciam acabou.
No entanto, você, a criança de seis anos, não. Tudo que sabe é que, de uma hora para outra, não pode mais sair para brincar com seus amiguinhos, pois a praça onde se encontravam, não existe mais. Que não pode mais ir à escola aprender a somar ou multiplicar, pois ela está debaixo de escombros. Que não consegue dormir à noite com medo dos bombardeios atingirem sua casa e machucarem a mamãe ou o papai, mesmo que nem saiba o significado da palavra “bombardeio” ainda. Precisa viver presa dentro de casa com medo, medo de tudo.
Aos seis anos, não sabe o que são e nem porquê acontecem essas lutas, mortes, tiros, bombas barulhentas. Tanta dor, sofrimento e um mundo inteiro vai ao chão, o seu mundo. Um mundo que ela não reconhecerá mais quando crescer, se crescer. Sua identidade está sendo roubada, sua cultura dilacerada, suas raízes arrancadas da terra à força, e você nada pode fazer para estancar tanto choro jorrando
casa de sua família é atingida uma, duas, três, quatro vezes, destruída completamente, você se salva e foge. Muda-se para uma das tendas precárias improvisadas em meio a outras centenas de famílias que suplicam por piedade. Ferida, foragida, faminta, escondendo-se do horror impregnado na pele, na alma.
Mas, sabe que não pode ficar, não suportará muito tempo, o perigo ainda é iminente. E agora, que não há mais como retroceder, que não há mais para onde ir, foge novamente e, dessa vez, o que sabe é que está a caminho de algum lugar, qualquer lugar onde não existam esses barulhos horríveis ensurdecedores das bombas e, quem sabe, possa parar de fugir, voltar a brincar, e as coisas possam fazer sentido novamente.
Ela é apenas mais uma das milhares de pessoas que estão fugindo do país, que se aglomeram em navios, barcos, botes e outras embarcações que não suportam o peso de tanto desespero, gente que tenta, num golpe de sorte, encontrar gente que seja capaz de ajudar, pessoas devastadas de tanto se esconder e fugir da miséria que tomou sua terra natal, refugiados da atual guerra civil da Síria.

Essa criança não sabe o que é uma guerra, não o seu conceito, aquele que nós aprendemos na escola, que fala dos motivos políticos/religiosos de seu estopim, o porquê de pessoas se digladiarem dia e noite e não permitirem que ela possa acordar em sua cama quentinha e ter mais um dia comum. Mas ela aprendeu como é a guerra e todo sofrimento que pode causar, conheceu sua pior face e ela, a menina que fugiu, nunca mais será a mesma.
Fonte:
http://obviousmag.org/exescrevinhos/2015/10/a-menina-que-fugia.html

Lugar do negro

Abrindo a Semana Nacional da Consciência Negra, o Ministério das Mulheres, da Igualdade Racial e dos Direitos Humanos lança a Campanha Novembro pela Igualdade Racial. O objetivo é dialogar sobre o racismo enraizado na sociedade brasileira e mostrar a importância das ações e políticas de promoção da igualdade racial no país.


Na porta do banheiro de uma faculdade em SP, uma pichação afirmava que o lugar de pessoas negras é no presídio. Determinar espaços específicos para um grupo é preconceito.

Violência domestica é crime.