sábado, 14 de novembro de 2015

Participantes da Oficina Nacional da Abepss declaram apoio a Mauro Iasi e Bia Abramides

Foto: Reprodução/Site da Abepps

MOÇÃO DE REPÚDIO

Pesquisadores, docentes, discentes e profissionais da área de Serviço Social, reunidos na Oficina Nacional de Graduação e Pós-Graduação em Serviço Social, realizada pela ABEPSS – Associação Brasileira de Ensino e Pesquisa em Serviço Social, na UERJ, no período de 4 a 5 de novembro de 2015, vem a público denunciar e repudiar as ações de grupos representativos de forças políticas ultraconservadoras e reacionárias, empenhados em constranger e difamar a figura do professor Mauro Iasi em sua luta por uma sociedade justa e igualitária, bem como a daqueles que manifestam apoio e solidariedade ao mesmo, como no caso da Profa. Bia Abramides, da PUC-SP, que vem sofrendo sórdidas e covardes ameaças anônimas, em completo desrespeito à sua condição de mulher, profissional e, principalmente, aguerrida militante em favor de um projeto de sociedade impulsionado por valores socialistas. Nós, participantes da Oficina Nacional da ABEPSS, reafirmamos nosso firme compromisso com a defesa intransigente do direito à livre manifestação e expressão político-ideológica e manifestamos incondicional e total apoio e solidariedade ao Prof. Mauro Iasi e à Profa. Bia Abramides. Nessa manhã carioca de luta e resistência, nós, assistentes sociais, docentes, pesquisadores, estudantes e profissionais da área do Serviço Social, declaramos, com a nossa força coletiva:

Mauro e Bia são necessários!
Mauro e Bia são imprescindíveis!
SOMOS, TODAS E TODOS, MAURO IASI!
SOMOS, TODAS E TODOS, BIA ABRAMIDES!

Veja mais: 




Publicado por Assessoria de Comunicação Cress/RN
http://www.cressrn.org.br/noticias/ver/764

sexta-feira, 13 de novembro de 2015

Cress/RN e CRP/RN apresentam moção de repúdio contra demandas do Judiciário e MP


Durante a X Conferência Estadual de Assistência Social, que ocorreu em Natal nos dias 8 a 10 de outubro, as Diretorias dos Conselhos Regionais de Serviço Social (Cress/RN) e de Psicologia do RN (CRP/RN) enviaram moção de repúdio contra as determinações do Poder Judiciário e Ministério Público quanto a laudos e pareceres.

Os órgãos têm intimidado assistentes sociais e profissionais do Sistema Único de Assistência Social (Suas), em especial Cras e Creas, para que elaborem estudos sociais, pareceres e laudos com a finalidade de respaldar decisões judiciais. Tal prática descaracteriza as atribuições dos/as trabalhadores/as do Suas.

O posicionamento dos conselhos se baseia nas legislações que regem a Política de Assistência Social: Lei Orgânica de Assistência Social (Loas), Política Nacional de Assistência Social (PNAS), NOB-Suas, NOB-RH e Tipificação dos Serviços Socioassistenciais.

Publicado por Assessoria de Comunicação Cress/RN
http://www.cressrn.org.br/noticias/ver/762 

quinta-feira, 12 de novembro de 2015

5º Encontro Nacional Serviço Social e Seguridade Social


5º Encontro Nacional Serviço Social e Seguridade Social


O presente é tão grande, não nos afastemos.Não nos afastemos muito, vamos de mãos dadas (…)O tempo é a minha matéria, o tempo presente,os homens presentes, a vida presente.(Carlos Drumond de Andrade)

Em 1997, o conjunto CFESS-CRESS realizou o 1º Encontro de Serviço Social na esfera da Seguridade Social no Brasil, na cidade de Belo Horizonte (MG), com o tema “Afirmando direitos e defendendo conquistas”. A conjuntura da época colocou desafios à categoria, respondidos com intensos debates, produção de conhecimento, intervenção profissional qualificada e participação política nos mais diversos espaços públicos.
O acirramento das contradições da sociedade brasileira impulsionaram a categoria a realizar sua segunda edição em 2000, em Porto Alegre (RS), com o tema “Seguridade Social pública é possível”, ampliando o debate no contexto da integração latino-americana, a partir da articulação política de suas entidades.
A partir da terceira edição, este espaço passou a integrar a programação do Congresso Brasileiro de Assistentes Sociais (CBAS), em Fortaleza (CE) no ano de 2004 e em Foz do Iguaçu (PR) no ano de 2007. Os CBAS subsequentes incorporaram a temática em sua programação.
No ano de  2014, o Conjunto CFESS-CRESS deliberou pela realização específica do 5º Encontro Nacional Serviço Social e Seguridade Social, em Belo Horizonte, com o tema “Serviço Social reafirma: Seguridade Social pública e estatal é possível”, com o objetivo de reafirmar, em tempos de crise do capital, a luta e defesa da Seguridade Social como importante mediação dos direitos da classe trabalhadora nesta sociedade de mercantilização da vida e barbárie.
A concepção de Seguridade Social historicamente defendida pelos/as assistentes sociais se sustenta na defesa de um padrão que garanta, de forma universal, o direito à educação, saúde, alimentação, trabalho, moradia, lazer, segurança, previdência social e assistência social, direitos sociais previstos no art. 6º da Constituição Federal de 1988. Neste sentido, ao longo dos últimos anos, a categoria tem contribuído na luta pela efetivação da política social como direito e, portanto, responsabilidade do Estado, com financiamento progressivo, controle social e estruturação radicalmente democrática.
Esta concepção ampliada de Seguridade Social defendida pelo Serviço Social, expressa na “Carta de Maceió”, intitulada “Seguridade Social Pública é Possível!”, completa 15 anos em 2015 e continua sendo um importante documento de referência para a categoria no debate e no exercício profissional.
A retomada deste Encontro, em um tempo histórico marcado por forte ofensiva conservadora e restritiva aos direitos sociais, realizada por meio de ajuste fiscal, fragmentação das políticas, superexploração do trabalho, expressa o compromisso do Conjunto CFESS-CRESS em seguir na luta tecendo a manha desejada!
programação do evento de caráter nacional foi construída a partir da agenda do Conjunto CFESS-CRESS. Nestes três dias, ocorrerão quatro conferências centrais e quinze plenárias temáticas simultâneas, que dialogam com o trabalho profissional e os desafios cotidianos presentes na atual conjuntura. Visando a fortalecer a articulação da categoria com movimentos sociais, a programação contará com a participação destes em diferentes plenárias. Além disso, haverá um momento específico para articulação da categoria enquanto parte da classe trabalhadora, nos diferentes espaços de participação e controle social.
O Encontro será cofinanciado pelas entidades do Conjunto (CFESS e CRESS-MG) e pelos/as participantes, por meio da taxa de inscrição, com previsão de 1700 participantes, entre assistentes sociais, estudantes de Serviço Social e profissionais de outras áreas.
Inspiradas/os pelo poema de Drummond que nos chama à necessidade das ações coletivas no tempo presente e compreendendo a Seguridade Social como um campo de luta e formação de consciências críticas em relação à desigualdade social no Brasil, como afirma a Carta de Maceió, convidamos os/as assistentes sociais brasileiros/as a participarem ativamente deste espaço coletivo.
Brasília, 31 de agosto de 2015.
Comissão Oganizadora

quarta-feira, 11 de novembro de 2015

Post ofensivo a mulher, negro, LGBT e indígena entra na mira do governo

Ferramenta buscará agressões e manifestações de ativistas em rede social. Serviço será apresentado por ministério até o fim de novembro.

Prévia do Monitor de Direitos Humanos, ferramenta que vai reunir ofensas em redes sociais sobre negros, mulheres, indígenas e comunidade LGBT. (Foto: Divulgação/Labic (Ufes))

Prévia do Monitor de Direitos Humanos, ferramenta que vai reunir ofensas em redes sociais sobre negros, mulheres, indígenas e comunidade LGBT. (Foto: Divulgação/Labic (Ufes))
Hoje submersos no mar de posts das redes sociais, os comentários ofensivos contra negros, mulheres, indígenas e à comunidade LGBT estão prestes a entrar no radar do governo federal.
A pedido da antiga Secretaria de Direitos Humanos (SDH), da Presidência da República, o Laboratório de Imagem e Cibercultura (Labic), da Universidade Federal do Espírito Santo (UFES) criou um serviço que funcionará como uma peneira. Irá vasculhar de forma automatizada Twitter, Facebook e Instagram em busca de manifestações de ativistas, apoio a vítimas de discriminação e, principalmente, agressões aos direitos humanos.
O chamado Monitor dos Direitos Humanos exibirá as mensagens compiladas na íntegra, mas não trará a identidade dos autores. Os links originais serão incluídos. A ferramenta ainda está inacabada e em fase de testes.
Segundo a SDH, a ferramenta foi criada “para que os órgãos do governo que trabalham com a temática [dos direitos humanos] tenham conhecimento do que circula publicamente”. A pasta foi fundida com outras duas pastas em outubro, na reforma ministerial promovida pela presidente Dilma Rousseff, para dar origem ao Ministério das Mulheres, da Igualdade Racial e dos Direitos Humanos.
De acordo com Fábio Malini, um dos coordenadores do Labic, nem todas as publicações reunidas serão indicativos de crimes de ódio. “Na modelagem de dados, a gente separa, dentre os milhões de citações ao racismo, o que é ameaça, o que é ‘empoderamento’ negro, intolerância religiosa e o que é expressão de violência contra o negro.” As mensagens poderão ser crivada por tempo (15 minutos, 24 horas, 7 ou 30 dias).
Algoritmos serão responsáveis pela coleta, filtragem e exibição das mensagens. Por trás do Monitor, há 15 desses programas. Cada um possui uma função específica. O Marta, por exemplo, nomeado em homenagem à jogadora de futebol, coleta o histórico de um perfil no Twitter.
#SomosTodosTaisAraújo
No fim de outubro, a atriz Taís Araújo foi alvo de comentários racistas no Facebook. A campanha de apoio a ela criou a hashtag #SomosTodosTaísAraújo, que foi um dos temas mais discutidos no Twitter.
Para evitar que casos de grande repercussão dominem os resultados, o Monitor não peso somente aos assuntos que viram “trending topics”. Por isso, as mensagens são filtradas por meio de palavras-chave e não apenas pela popularidade nas redes.
Por ser uma ferramenta de acompanhamento, destinada a militantes, jornalistas, gestores públicos e jornalistas, terá poder apenas para jogar luz sobre o que é dito nas redes sociais, mas não para responsabilizar possíveis criminosos. Ele indicará os canais atuais de denúncia, como Disque 100 e Humaniza Redes.
O Monitor é uma ferramenta de que a SDH ainda não dispõe. Essa lacuna acabará no fim de novembro, para quando está prevista a apresentação oficial. Malini diz que os planos são de entregá-lo a tempo do Dia da Consciência Negra, em 20 de novembro.
Fonte: G1

terça-feira, 10 de novembro de 2015

Estudo sobre envelhecimento no Brasil

Projeções das Nações Unidas (Fundo de Populações) indicam que uma em cada 9 pessoas no mundo tem 60 anos ou mais. O estudo aponta, ainda, que, em 2050, pela primeira vez, haverá mais idosos que crianças menores de 15 anos.

Em 2012, 810 milhões de pessoas têm 60 anos ou mais, constituindo 11,5% da população global. Projeta-se que esse número alcance 1 bilhão em menos de dez anos e mais que duplique em 2050, alcançando 2 bilhões de pessoas ou 22% da população global. Já no Brasil, segundo pesquisa do IBGE, a população idosa totaliza 23,5 milhões de pessoas.

Acesse o estudo sobre Envelhecimento no Brasil.

Júri popular. Você sabia?



Conheça o funcionamento do Tribunal do Júri de acordo com a Lei n. 11.689/2008:http://bit.ly/18j1Yz1.


Descrição da imagem #PraCegoVer: Várias cadeiras organizadas em duas fileiras, em uma sala de tribunal. Descrição da ilustração: Júri popular. Você sabia que, no caso de crimes dolosos contra a vida, a decisão dos jurados é soberana? Se eles optarem por condenar, o juiz apenas determinará qual será a pena. Se optarem por absolver, o réu sairá livre de julgamento.

segunda-feira, 9 de novembro de 2015

5 formas de combater o racismo na infância

BRASIL | 5 formas de combater o racismo na infância


1. Eduque as crianças para o respeito à diferença. Ela está nos tipos de brinquedos, nas línguas faladas, nos vários costumes entre os amigos e as pessoas de diferentes culturas, raças e etnias. As diferenças enriquecem nosso conhecimento.


2. Valorize e incentive o comportamento respeitoso e sem preconceito em relação à diversidade étnico-racial.

3. Ajude a escola de seus filhos a adotar a postura de ensinar sobre a história e a cultura da população negra e sobre como enfrentar o racismo.

4. Proporcione e estimule a convivência de crianças de diferentes raças e etnias nas brincadeiras, nas salas de aula, em casa ou em qualquer outro lugar.

5. Não deixe de denunciar. A discriminação é uma violação de direitos.

domingo, 8 de novembro de 2015

Entenda a diferença

‪#‎ServiçoSocial‬ | Entenda as diferenças e informe-se sobre a nossa profissão

Adotar é...


Passos para adoção


Das 44 mil crianças e adolescentes acolhidos em abrigos em todo o país, 5.500 estão em condições de serem adotadas e estão no Cadastro Nacional de Adoção. Já a fila de pretendentes a pais adotivos, conta com 30 mil pessoas. Numericamente, existem seis pais para cada criança. A demora nos processos de adoção e a diferença entre o perfil de criança que os brasileiros gostariam de adotar e as crianças e adolescentes que vivem nas instituições, explicam esse índice. Saiba mais sobre adoção: http://bit.ly/1MUgcdR

Trailer 'O Silêncio das Inocentes'



Vem aí a 10ª Mostra de Cinema e Direitos Humanos no Mundo!
Com o tema especial “crianças e adolescentes”, a Mostra exibirá 40 obras entre curtas, médias e longas-metragens. O filme O Silêncio das Inocentes, Preto fica será exibido na Mostra, que vai de 13 de novembro e 20 de dezembro em todo o país.
O SILÊNCIO DAS INOCENTES, o documentário é uma denúncia urgente, necessária e inadiável sobre a violência contra a mulher que, mesmo depois de 4 anos da criação da lei Maria da Penha, continua fazendo MUITAS vítimas no Brasil.
Confira a lista de filmes: http://bit.ly/1H8SAD

O leite materno faz bem em qualquer classe social



O leite materno faz bem em qualquer classe social. O que faz mal é o preconceito.

Amamentar é muito mais do que alimentar o bebê. Ajuda no desenvolvimento afetivo-emocional e até cognitivo das crianças, previne doenças como asma, alergias, obesidade e diabetes e aumenta o vínculo com a mãe. A Organização Mundial da Saúde recomenda o aleitamento materno exclusivo até os 6 meses e que a amamentação continue até pelo menos os dois anos de idade. 

Por tudo isso, agora a publicidade de produtos que afetam a amamentação está regulamentada. Saiba mais: http://bit.ly/1MAfcc1