terça-feira, 21 de novembro de 2017

SOMOS TODOS DESCARTÁVEIS?


Hoje acordei com o coração apertado. Final de ano, momento inevitável para reflexões. Me lembrei das pessoas que ficaram para trás. Mas me lembrei ainda mais daquelas, pelas quais eu fui deixada para trás.
Sabemos que a vida nos leva para lá e para cá como bem entende. Muito do que gostaríamos de decidir, não fica realmente em nossas mãos. Conhecemos pessoas e somos obrigados a nos despedir um dia. Vivemos a saudade dos momentos que tivemos com elas e temos que nos contentar com o contato em redes sociais ou com os valiosos telefonemas, tão raros hoje em dia.
Mas e quando percebemos que não tivemos valor para alguém que nos dedicamos tanto? Um amigo ou amiga, que pensávamos, ser para sempre? Um lampejo, uma possibilidade de um amor que pareceu estar chegando e mais uma vez nos damos conta de que vivemos um momento descartável?
É difícil aceitar como nos tornamos descartáveis uns para os outros. Em nome de uma sobrevivência forçada, de uma sociedade enlouquecida em seu ritmo alucinante. Entramos nessa onda de velocidade e as pessoas que passam em nossas vidas chegam e se vão como água, não importando mais o que acontece em seguida.
Esta semana minha sábia terapeuta me disse: “Quem vê você, vê uma mulher segura, disponível, cheia de si e não imagina como você é de verdade por dentro”. Ela se referia a isso, à minha não aceitação do ser descartável, simplesmente o ser mais uma na vida de alguém, enquanto que o meu comportamento seguro talvez demonstre o contrário. Pareço eu ser mais uma a tratar os demais de forma tão rasa?
A arte do desapego em relação às pessoas que passam em minha vida é algo que desconheço. Me apego sim. Gosto, curto, admiro e torço pela felicidade dos meus. E de preferência ao meu lado. Quando a vida é dura e leva de mim os que gosto, sofro, mas ao menos tenho a certeza de que foi a vida quem quis assim. Cruel é quando as pessoas nos descartam sem mais nem menos, sem ao menos ter a decência de nos dar um por que. Triste é ser desprezado e totalmente ignorado, como se nem tivéssemos existido.
Vivemos numa sociedade onde as pessoas “ficam”, trocam suas energias mais fortes e profundas com desconhecidos. Fogem de relações que somam em troca das que aparentemente não fazem diferença alguma, quando na verdade subtraem sim. Subtraem nossos sentimentos, nossos valores, nossas possibilidades de evolução emocional, de valorizar o outro, de conhecer o próximo e a si mesmo de forma mais profunda.
Nos tornamos uma sociedade doente, onde o conhecer pessoas em sua essência se tornou algo raro. O olhar ao outro com o coração é estranho e não natural como deveria ser. Amigos já não parecem ser tão amigos assim. Amores, só de final de semana ou fim de festa. Somos todos bem-vindos à era do coleguismo e dos relacionamentos virtuais. Centenas de mensagens no Whatsapp até a cama e um provável adeus logo em seguida.
Fico feliz ao não me encaixar nessa modernização das relações humanas. Gosto e faço questão da visita em casa, do encontro pessoalmente, do ouvir a voz e o olhar nos olhos. O abraço apertado e uma conversa franca sobre quem eu sou, além do que aparento ser. Aprecio o conhecer o outro na sua mais profunda intimidade, desde suas qualidades até as fraquezas mais escondidas. Admiro o buscar de afinidades. E o respeito pelas diferenças. Vivo o longo momento do conhecer e do se reconhecer no outro. Que para mim, vai bem além das centenas de mensagens via telefone celular. Começa no olhar e dura uma vida inteira.
Vivemos numa era de pessoas descartáveis, quando aceitamos ser tratados assim. E pior, quando olhamos para os demais de forma tão superficial. Se não nos encaixamos, acabamos por nos sentir sozinhos, por ainda possuirmos algo de tamanho valor e esquecido pela maioria: o amor ao próximo como a nós mesmos. Ainda que nos sintamos sozinhos, não estamos sós de verdade. Apenas ficou difícil encontrar os que sobraram da mesma espécie. Sejamos nós, os que sobraram, a perpetuar o que é duradouro. Que amizade e amor não entrem em extinção!
Fonte: Resilienciamag

domingo, 4 de junho de 2017

Proteção dos Direitos de Crianças e Adolescentes

A imagem pode conter: uma ou mais pessoas e texto

Prorrogado até 18 de junho o prazo da consulta pública para a construção do “Protocolo de Ações para Proteção dos Direitos de Crianças e Adolescentes no Contexto de Obras e Empreendimentos”. Envie sua sugestão: http://migre.me/wIlTD

Dia Internacional das Crianças vítimas de Agressão.

Resultado de imagem para Dia Internacional das Crianças vítimas de Agressão.

Nenhuma criança ou adolescente será objeto de qualquer forma de negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão.... Artigo 5 - Estatuto da Criança e Adolescente.

sábado, 3 de junho de 2017

O Ministério da Justiça e Cidadania quer ouvir sua opinião sobre as regras para adoção e o direito à convivência familiar e comunitária de crianças e adolescentes.


Nenhum texto alternativo automático disponível.

O Ministério da Justiça e Cidadania quer ouvir sua opinião sobre as regras para adoção e o direito à convivência familiar e comunitária de crianças e adolescentes. 
 
Até 4 de novembro está aberto o debate público para construção do anteprojeto de lei que ajudará a aprimorar o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). https://goo.gl/sST6Mj
Acesse o debate e participe!

quarta-feira, 24 de maio de 2017

Senado lança versão da Constituição para crianças

Com grande acesso a informações, as crianças e adolescentes começam a ler mais notícias sobre leis e política muito cedo, principalmente nas redes sociais. Com isso, surgem algumas curiosidades sobre o país. O que é realmente certo? O Senado pode fazer isso? E o Presidente, manda mesmo em tudo? Pensando justamente neste público ávido por informações, que o Senado lançou uma versão “teen” da Constituição Federal.

Voltada para o público infantojuvenil, “Constituição em Miúdos” reúne os principais pontos da lei que rege o dia a dia dos brasileiros desde 5 de outubro de 1988, data em que foi promulgada. A leitura é leve. Uma viagem por 91 páginas, além de outras 35 com materiais extras, entre sumário da constituição original e glossário.

Você pode conferir a publicação completa clicando AQUI. Não deixe de acessar e compartilhar com seus filhos.

OBJETIVOS • Proporcionar ao jovem de 12 a 15 anos um contato com os temas abordados na Constituição Federal, numa linguagem simples e acessível. • Propiciar uma reflexão entre as garantias constitucionais e a realidade desses jovens. • Despertar o interesse dos jovens e provocá- los para uma posição mais crítica, tornando-os mais atuantes.

sábado, 20 de maio de 2017

“COMENDA SANTANA DOS DIFERENTES”. Parabéns, Dra. Graça Leal – Psicóloga, pelo reconhecimento do seu Trabalho!

Meus amigos(as), hoje vou falar da profissional Dra. Graça Leal – Psicóloga Clínica, e não da minha esposa e mãe das minhas filhas.


Parabéns pela “COMENDA SANTANA DOS DIFERENTES”.
Antes de tudo é importante entender o “Movimento da Luta Antimanicomial”.
O Movimento da Luta Antimanicomial se caracteriza pela luta dos direitos das pessoas com sofrimento mental. Dentro desta luta está o combate à idéia de que se deve isolar a pessoa com sofrimento mental em nome de pretensos tratamentos, idéia baseada apenas nos preconceitos que cercam a doença mental. O Movimento da Luta antimanicomial faz lembrar que como todo cidadão estas pessoas têm o direito fundamental à liberdade, o direito a viver em sociedade, além do direto a receber cuidado e tratamento sem que para isto tenham que abrir mão de seu lugar de cidadãos.
Por esta razão o Movimento tem como meta a substituição progressiva dos hospitais psiquiátricos tradicionais por serviços abertos de tratamento e formas de atenção dignas e diversificadas de modo a atender às diferentes formas e momentos em que o sofrimento mental surge e se manifesta. Esta substituição implica na implantação de uma ampla rede de atenção em saúde mental que deve ser aberta e competente para oferecer atendimento aos problemas de saúde mental da população de todas as faixas etárias e apoio às famílias, promovendo autonomia, descronificação e desinstitucionalização. Além dos serviços de saúde, esta rede de atenção deve se articular a serviços das áreas de ação social, cidadania, cultura, educação, trabalho e renda, etc., além de incluir as ações e recursos diversos da sociedade.
Com a aprovação, em 2001, da Lei 10.216, que regulamenta a pela Luta Antimanicomial, teve início mais um dos grandes desafios profissional da vida da Dra. Graça Leal, a convite do Dr. Pacifico Fernandes – Secretário de Saúde de Caicó, fazer o projeto da reforma psiquiatra do município de Caicó de acordo com o previsto na citada Lei, foram dias de muito trabalho e debates como vários profissionais e instituições da área de saúde e correlatas, até que finalmente o projeto foi finalizado e aprovados pelas autoridades municipais, e apresentado em Brasília que de imediato liberou os recursos para instalação do 1º NAPS – Núcleo de Atenção Psicossocial. Se constitui em referência obrigatória para a implantação de serviços substitutivos ao manicômio em nosso país, é o avanço na superação do modelo centrado nos hospitais psiquiátricos, ambulatórios e urgências psiquiátricas.
Com o avanço das Políticas junto a saúde mental os NAPS deram espaços as CAPS – Centro de Atenção Psicossocial. Dessa forma, a Reforma Psiquiátrica tem avançado no Brasil: segundo o Relatório "Reforma psiquiátrica e política de saúde mental no Brasil" (MS, 2005), o número de leitos reduziu de 75.514 em 1996 para 42.076 em 2005. Ao passo que o número de CAPS (Centros de Atenção Psicossocial) aumentou de 92 em 1996 para 689 em 2005.
Feito esse breve histórico sobre os avanços da saúde mental no município de Caicó, venho por meio deste PARABENIZAR todos que direto ou indiretamente contribuiu e vem contribuindo para garantir:
  • O atendimento à população de sua área de abrangência;
  • O acompanhamento clínico e a reinserção social dos usuários;
  • Proporcionar ao indivíduo trabalho, lazer, exercício dos direitos civis;
  • Fortalecer os laços familiares e comunitários;
  • Possibilitar aos usuários uma lenta, difícil, mas efetiva construção da cidadania;
  • Capacitar os usuários a governar a própria vida para conquistar o seu espaço na sociedade, e;
  • Resgatar o amor e a alegria de viver.


Sendo assim, a “COMENDA SANTANA DOS DIFERENTES” vem como reconhecimento ao seu trabalho Dra. Graça Leal – psicóloga clínica, junto a todas essas famílias que diariamente vive essas Diferenças. Parabéns!

quinta-feira, 11 de maio de 2017

13 livros infantis sobre direitos humanos para as crianças

Olá, leitores do Canal do Ensino!
Como sabemos, os livros são fontes riquíssimas de conhecimento e, no caso das crianças, são como um aprendizado constante. São deles que os pequenos tiram lições não só didáticas, mas principalmente para a vida. Veja alguns exemplos com estes 13 livros infantis que ensinam sobre direitos humanos para as crianças.
Obras desse tipo estão sendo batizadas de “livro-reportagem para crianças“, um novo gênero literário que vem surgindo nos últimos tempos. São produções feitas com o intuito de ensinar sociabilidade, convívio, compartilhamento, empatia e todos esses bons valores que fazem da criança um adulto melhor.

Livro-reportagem para crianças

Escrito pela jornalista Adriana Carranca, “Malala – A menina que queria ir para a escola” (Companhia das Letrinhas), é considerado o livro inaugural desse gênero.
A autora viajou até o vale do Swat, no Paquistão, e conta de forma didática como era a vida da menina que ficou conhecida por defender o direito à educação, sofreu um atentado por isso, e sobreviveu para contar. Hoje Malala é ativista na ONU e dona de um prêmio Nobel da Paz.

Livros infantis sobre direitos humanos

Além de Malala, outros títulos publicados colaboram para que a discussão sobre direitos humanos no dia a dia com as crianças se torne frequente — com histórias que vão muito além dos contos de fadas e histórias para dormir. Aqui estão 13 deles, olha só:

Malala – A menina que queria ir para a escola

No primeiro livro-reportagem destinado ao público infantil, a jornalista Adriana Carranca relata às crianças a história da adolescente paquistanesa Malala Yousafzai, baleada por membros do Talibã aos catorze anos por defender a educação feminina. Na obra, a repórter traz suas percepções sobre o vale do Swat, a história da região e a definição dos termos mais importantes para entender a vida desta menina tão corajosa.
  • Autora: Adriana Carranca
  • Editora: Companhia das Letrinhas.

A esperança é uma menina que vende frutas

Viajando de trem para uma cidade grande, uma garota sobe em seu beliche, silenciosa mas com olhos que parecem dizer muitas coisas, e permanece ali, sem comida e companhia. É com essa recordação que Amrita Das inicia este livro, resultado de uma oficina de texto e ilustração que cursou em Chennai, na Índia. Como uma das mais importantes representantes da arte folclórica indiana chamada Mithila, a artista aproveita este espaço para falar sobre as dificuldades de uma infância pobre, a vida das mulheres na Índia, a luta pela liberdade em uma sociedade patriarcal, entre outros assuntos que, de uma forma ou de outra, dizem respeito a todos nós. Através de belas palavras e imagens, ela apresenta a sua história e dissemina um pouco da esperança que parece acompanhar sua arte.
  • Autora: Amrita Das
  • Editora: Companhia das Letrinhas.

O que é a Liberdade?

Para muitos, o passarinho é um símbolo da liberdade. Mas será que ele se sente livre mesmo? E afinal, o que é a liberdade? Foi pensando nesse conceito tão difícil de compreender que Renata Bueno escreveu este livro recheado de diálogos curiosos entre um passarinho e personagens como um lápis, um camaleão, um espelho, um mágico… As respostas poéticas de cada um deles sobre o que é a tal da liberdade vão fazer tanto o passarinho quanto os leitores perceberem que essa sensação pode ser diferente para cada um de nós — e nem por isso menos autêntica.
  • Autora: Renata Bueno
  • Editora: Companhia das Letrinhas.

Flicts

Em Flicts, Ziraldo conta a história de um mundo que é feito de cores, mas nenhuma é Flicts. Uma cor rara, frágil, triste, que procurou em vão por um amigo. Abandonada, Flicts olhou para longe, para o alto, e subiu, e teve que sumir, para finalmente encontrar-se.
  • Autor: Ziraldo
  • Editora: Melhoramentos.

Acompanhando meu pincel

Ao percorrer as delicadas e vibrantes ilustrações nas páginas deste livro, o leitor fica conhecendo a história de como a sua autora, a indiana Dulari Devi, se tornou uma artista. Nascida em uma família pobre, de tradição pescadora, ela precisou trabalhar na infância, ajudando a mãe na plantação de arroz, cuidando dos irmãos mais novos em casa, fazendo trabalhos domésticos para os vizinhos. O que mais gostava de fazer, no entanto, era parar no caminho para ver as outras crianças brincarem.
  • Autora: Dulari Devi
  • Editora: Martins Fontes.

A diaba e sua filha

Todos os dias, ao anoitecer, uma diaba de pele escura, olhos brilhantes e roupas muito limpas sai pelas ruas da cidade, batendo de porta em porta, em busca de sua filha perdida. Prestes a ajudá-la, as pessoas reparam que ela tem cascos negros e delicados no lugar dos pés e imediatamente a expulsam de suas casas, apagando as luzes até que se afaste. Ao narrar esse conto de mistério, antes uma alegoria sobre nossos próprios medos e preconceitos, a autora coloca bem e mal, humanidade e demônios, nós e os outros na mesma página, nos desafiando a buscar qualquer traço de humanidade dentro de nós mesmos.
  • Autora: Marie Ndiaye
  • Editora: Cosac Naify.

A Bela Desadormecida

Quando Belinha nasceu, seus pais deram uma grande festa e chamaram todo o mundo, menos a bruxa. Mas ela compareceu mesmo sem convite e levou como presente uma maldição: ao completar catorze anos, Belinha seria picada no dedo e, nesse instante, ela e todos os que estivessem por perto dormiriam um século. Os pais de Bela passaram catorze anos evitando que a filha se aproximasse de objetos pontudos ou cortantes. Mas o que aconteceu quando chegou o dia tão temido? É para esse momento que converge toda a emoção da história. O desenlace, como se verá, é adequado à época em que Belinha vive: ela é uma menina da metrópole, mora num apartamento e gosta de rock. As ilustrações, que têm um colorido pouco habitual nos livros infantis, colaboram para que nada seja adocicado nessa Belinha que desadormece, ainda que nela se espelhe a doçura dos contos de fada.
  • Autor: Frances Minters
  • Editora: Companhia das Letrinhas.

A História de Júlia – E sua sombra de menino

Os pais de Júlia a criticam muito, sempre dizendo que ela se parece com um menino, no jeito, nas rouaps etc. Numa manhã, a garota percebe que sua sombra adquire o formato de um garoto, repetindo todos os seus gestos. Júlia se sente triste e acaba questionando sua própria identidade.
  • Autores: Christian Bruel, Anne Galland, Anne Bozellec
  • Editora: Scipione.

É tudo família!

Davi tem um três-quartos-de-pai que ele adora. Carla e Maurício têm duas mães e dois pais. Carolina está muito triste e não quer ter outra mãe. Paula ganha duas festas por ano: a de aniversário e a de dia da chegada. O pai de Maurício chama-o de pituquinho. Lucinha tem a voz igualzinha à da mãe. Porém, todos têm algo em comum: pertencem a uma família, e toda família é única!
  • Autores: Alexandra Maxeiner, Anke Kuhl
  • Editora: L&PM Editores.

O nascimento de Celestine

O nascimento de Celestine ocupa um lugar especial na obra da artista belga Gabrielle Vincent (1928-2000), criadora da série de álbuns ilustrados Ernest e Celestine, que conta com admiradores em todo o mundo – e já inspirou um longa-metragem de animação de mesmo nome, finalista do Oscar 2014. Neste livro de imagens, com delicadas ilustrações a pincel e tinta sépia, a autora narra a história de como Ernest, um urso solitário e de bom coração, encontrou a ratinha Celestine – e de como ambos se tornaram companheiros inseparáveis. Um clássico sensível e comovente, que praticamente dispensa as palavras, e toca direto o coração do leitor.
  • Autora: Gabrielle Vincent
  • Editora: Editora 34.

O mundo no black power de Tay’o

Tayó é uma princesinha que chega em forma de espelho para que outras princesinhas se mirem, se reconheçam e cresçam, cumprindo a única missão que nos foi dada, ao virmos viver neste planeta: a de sermos felizes.
  • Autor: Kiusam de Oliveira
  • Editora: Peirópolis.

Um outro país para Azzi

A partir do olhar da menina Azzi, este livro retrata uma família do Oriente Médio, que se vê obrigada a fugir quando a guerra começa a afetar sua rotina. “Às vezes, o barulho das metralhadoras nos helicópteros era tão alto que as galinhas ficavam assustadas e paravam de botar ovos”, conta a protagonista, nessa narrativa ricamente ilustrada, revelando sua perspectiva da aproximação do conflito.
  • Autora: Sarah Garland
  • Editora: O Pulo do Gato.

Crianças como você

Celina, do Brasil, Ji-Koo, da Coréia do Sul, Houda, do Marrocos, Meena, da Índa, Esta, da Tanzânia… Crianças de verdade falam e escrevem sobre sua vida e seu jeito de ser. Surpreendente e emocionante, este livro é um marco. Ele faz uma viagem pelas diferentes culturas do mundo e mostra o cotidiano das crianças nos mais variados países. Editado em associação com o Unicef, Fundo das Nações Unidas para a Infância.
  • Autores: Barnabas e Anabel Kindersley.
  • Editora: Ática.
Livros infantis sobre direitos humanos: divulgue, compartilhe, distribua, leia!
Até mais.

Confira a programação do Dia do/a Assistente Social em Mossoró



A Seccional do Cress/RN convida a categoria a participar da programação do Dia do/a Assistente Social, que vai acontecer no próximo dia 16 de maio, no Auditório da Proec, na Universidade Federal do Semiárido (Ufersa), em Mossoró.

O evento contará com palestra sobre o tema do Dia do/a Assistente Social 2017, "Na luta de classes não há empate", com a professora Dra. Mirla Cisne (Uern), das 13h30 às 17h. Logo depois, às 18h30, acontecerá a posse da nova gestão eleita, "Vamos lá fazer o que será".

As inscrições para o evento serão realizadas no local.

Publicado por Assessoria de Comunicação Cress/RN

Participe da Campanha pela Redução da Desigualdade Social no Brasil

Imagem ilustrativa da Campanha pela Redução da Desigualdade
Arte: Rafael Werkema - releitura sobre a arte da campanha nacional

Desde o começo de 2017, o CFESS integra o Fórum Nacional pela Redução da Desigualdade Social, movimento iniciado pelo Conselho Federal de Economia (Cofecon). O próximo passo do fórum é o lançamento da  campanha nacional, no dia 11 de maio, a partir das 9h30, no auditório Nereu Ramos, na Câmara dos Deputados, em Brasília. O lema da campanha é “Desigualdade: isso é da sua conta”.

Campanha Pela Redução da Desigualdade Social no Brasil está estruturada em seis eixos: mudar o modelo tributário, preservar e ampliar os direitos sociais, preservar e ampliar políticas públicas de valorização do trabalho, aumentar investimentos públicos em educação, reforçar a função social do Estado e ampliar a democracia e a participação social.

A conselheira do CFESS Sandra Teixeira explica que a inserção da entidade na campanha se dá no sentido da luta do Serviço Social em defesa da socialização da riqueza socialmente produzida e contra o aprofundamento das desigualdades sociais na atual conjuntura de retrocessos, expressos nos ataques aos direitos da classe trabalhadora, na regressão de políticas públicas, na alta concentração de riqueza, criminalização da pobreza no país e na deterioração das condições e relações de trabalho. “Convidamos assistentes sociais, estudantes e toda a sociedade a comparecer ao lançamento da campanha, nesta quinta-feira, e a se somar a essa luta, que é de todos/as!” completa a conselheira.

O Fórum já tem a adesão das seguintes entidades: Cofecon; CFESS; OXFAM Brasil, Associação Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal do Brasil (Anfip); Central Geral dos Trabalhadores do Brasil (CGTB); Força Sindical (FS); Departamento Intersindical de Estudos e Estatísticas Socioeconômicas (Dieese); Auditoria Cidadã da Dívida; Conselho Regional de Economia do Distrito Federal (Corecon/DF); Fenecon; Sindicato dos Economista do Distrito Federal (Sindecon/DF); Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias do Estado do Paraná (FETIEP); Confederação Nacional dos Trabalhadores na Indústria do Paraná (CNTI-PR); União Geral dos Trabalhadores (UGT); Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB); Central única dos Trabalhadores (CUT); Ordens dos Advogados  do Brasil (OAB); Federação Nacional dos Sindicatos dos Servidores dos órgãos Públicos Federais de Fiscalização, Investigação, Regulação e Controle (Fenafirc); Sindicato dos Servidores do Poder Legislativo Federal e do Tribunal de Contas da União (Sindilegis); Central Sindical e Popular (CSP-Conlutas): Instituto de Estudos Socioeconômicos (Inesc); Confederação Nacional dos Trabalhadores Rurais (Contag); Sindicatos dos Auditores da Receita (SINDIFISCO) Nova Central Sindical de Trabalhadores (NCST); Central da Classe Trabalhadora (Intersindical); União Nacional dos Estudantes (UNE); Movimento dos Trabalhadores Rurais sem Terra (MST).

Conselho Federal de Serviço Social - CFESS

Gestão Tecendo na luta a manhã desejada - 2014/2017

Comissão de Comunicação
Diogo Adjuto - JP/DF 7823
Assessoria de Comunicação

quarta-feira, 10 de maio de 2017

Assistentes sociais ocupam ministério em Brasília, em defesa da previdência

Profissionais do INSS realizaram manifestação em frente ao MDSA (foto: Ascom/Fenasps)

Que o Serviço Social é contra a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 287/2016, conhecida como Reforma da Previdência, todo mundo já sabe. Por isso, na luta contra essa agressiva proposta de contrarreforma da seguridade social, e para fortalecer o serviço social do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), assistentes sociais do órgão, juntamente com outros/as servidores/as da instituição, realizaram uma mobilização nacional nesta segunda-feira, 8 de maio. Em Brasília, com a participação do CFESS, o ato ocupou a sede do Ministério do Desenvolvimento Social e Agrário (MDSA).

A conselheira do CFESS Raquel Alvarenga, que esteve presente à mobilização juntamente com o presidente do Conselho, Maurílio Matos e a assessora especial Zenite Bogéa, explica que os servidores e servidoras reivindicaram audiência com o ministro da pasta, Osmar Terra, para entregar pauta de reivindicações da categoria, o que não ocorreu. No entanto, representantes da Federação Nacional de Trabalhadores em Saúde, Trabalho, Previdência e Assistência Social (Fenasps) e da Comissão de Assistentes Sociais da federação foram recebidos pelo secretário-executivo do MDSA, Alberto Beltrame, apenas no final da tarde.

Assistentes sociais ocuparam o ministério (foto: Ascom/Fenasps)

“A avaliação que fazemos é de que o ato foi vitorioso. Chamamos a atenção da sociedade, dos/as gestores/as e conseguimos uma audiência para amanhã (10/5), com o presidente do INSS, o representante do MDSA e com a possibilidade de presença do ministro. Além disso, mobilizamos a categoria em todo o Brasil, que parou para uma reflexão fundamental neste momento importante e tão delicado, em que tanto o serviço social, quando a reabilitação profissional estão passando dentro da autarquia”, ressalta a conselheira do CFESS.

A pasta do Desenvolvimento Social e Agrário é responsável pelas demandas do INSS, já que o Ministério da Previdência Social foi extinto pelo governo Temer. O ato foi uma resposta ao desmonte progressivo dos serviços previdenciários de reabilitação profissional e do Serviço Social, que vem sendo promovido pela gestão. Entre os pontos de pauta, estão o respeito à especificidade profissional, autonomia técnica e o fim do assédio a que os/as profissionais têm sido submetidos nos últimos meses. 

Com informações da Ascom/Fenasps

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Conselho Federal de Serviço Social - CFESS
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terça-feira, 9 de maio de 2017

Semana do/a Assistente Social em Natal acontece de 10 a 17 de maio

Em uma conjuntura temerosa e tenebrosa, de ataques diários a direitos e às políticas sociais, o Conjunto CFESS-Cress celebra neste ano o Dia do/a Assistente Social, 15 de maio, com o tema "Na luta de classes não há empate". Em Natal, a programação do Conselho Regional de Serviço Social (Cress/RN) terá cine debate especial, palestra e também a posse da nova Diretoria, eleita para o triênio 2017-2020.

As atividades acontecerão entre 10 e 17 de maio. No dia 10, haverá a edição especial de maio do Cine Cress, exibindo o documentário "70 anos Abepss". O filme conta a história da Associação Brasileira de Ensino e Pesquisa em Serviço Social desde o seu surgimento, através de depoimentos de assistentes sociais que participaram ativamente dessa construção. A atividade é voltada para supervisores/as de estágio, coordenadores/as de curso, docentes, estudantes e assistentes sociais, mas aberta ao público em geral.

No dia 15 de maio, a professora Dra. Silvana Mara (UFRN) fará palestra sobre o tema "Na luta de classes não há empate", com debate e também apresentação da nova Diretoria do Cress/RN. O evento é aberto ao público em geral. Por fim, no dia 17, o Cress/RN realizará a solenidade de posse da nova gestão, "A voz resiste, a luta insiste". O evento acontecerá para convidados/as e assistentes sociais que se inscreverem previamente dentro das 50 vagas disponíveis.

"Em tempos de duros ataques aos/às trabalhadores/as e às políticas públicas construídas ao longo de lutas históricas, o Serviço Social se posiciona contra a ofensiva neoliberal de um governo ilegítimo e atrelado aos interesses do capital", afirmou a presidente do Cress/RN, Annamaria Araújo. "É importante que toda a categoria esteja unida neste momento em que comemoramos o Dia do/a Assistente Social dizendo não às reformas do atual governo. Nenhum direito a menos, nada a Temer!", completou.

Confira a programação completa

10 de maio (Quarta-feira)
18h30 - Cine Cress especial | Filme 70 anos - Abepss
Com a assistente social e professora Dra. Rita de Lourdes de Lima
Local: Saraiva - Shopping Midway Mall
*As inscrições serão realizadas no local, e haverá entrega de certificado.

15 de maio (Segunda-feira)
14h - Palestra "Na luta de classes não há empate"
Com a assistente social e professora Dra. Silvana Mara
+ Apresentação da nova Diretoria do Cress/RN
Local: Auditório do Nepsa - UFRN
*As inscrições serão realizadas no local, e haverá entrega de certificado.

17 de maio (Quarta-feira)
19h - Posse da nova Diretoria do Cress/RN | Gestão "A voz resiste, a luta insiste"
Local: Solar Bela Vista - Av. Câmara Cascudo, 417, Cidade Alta
*Serão disponibilizadas 50 vagas para profissionais de base, e as incrições serão online (clique aqui). 

OBS: A inscrição SOMENTE é validada após resposta do Cress/RN, também por e-mail, de confirmação.


Publicado por Assessoria de Comunicação Cress/RN