quarta-feira, 1 de julho de 2015

Assistentes sociais dizem não à redução da maioridade penal.

Ontem (30/6), o CFESS acompanhou dentro da Câmara dos Deputados toda a polêmica e confusão em torno da PEC 171/1993, que reduziria a maioridade penal para 16 anos, e celebrou a rejeição da Casa à proposta de emenda à Constituição.

Entretanto, o presidente da Câmara, Eduardo Cunha, fez hoje uma manobra e tenta passar, no "tapetão" o projeto que já tinha sido barrado.

Assistentes sociais dizem não à redução da maioridade penal.

Sim ao Estatuto da Criança e do Adolescente!


CURSO: REÚSO DE ÁGUA - PARTICIPE E DIVULGUE!!!

CURSO: REÚSO DE ÁGUA


Data                                                              Carga Horária                     Local
         13 e 14 de julho de 2015                            16 horas                             CREA –Natal- RN


INSTRUTOR: CÍCERO ONOFRE DE ANDRADE NETO

Engenheiro Civil, Mestre em Engenharia Sanitária e Doutor em Recursos Naturais com concentração em qualidade e tratamento de águas. Professor da Universidade Federal do Rio Grande do Norte.
Atuou como consultor eventual em engenharia sanitária e ambiental para vários órgãos e instituições de âmbito nacional e internacional, como: Organização das Nações Unidas; Organização Pan-americana de Saúde; Banco Mundial; Caixa Econômica Federal; PETROBRAS, e outros. Também atuou como consultor para diversas empresas de água e esgotos, como: CAERN, CAGECE, CAESB, CEDAE e EMBASA.
 Tem mais de 200 títulos publicados no domínio da Engenharia Sanitária e Ambiental, incluindo dois livros individuais e mais de 35 capítulos de outros 12 livros, como autor ou coautor, sendo que, destes, 14 capítulos de 7 livros são sobre reúso de águas. Autor do Caderno Temático sobre “Desenvolvimento Tecnológico” do “Panorama do Saneamento Básico no Brasil”, que apoiou o Plano Nacional de Saneamento Básico.

OBJETIVO: A Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental – ABES/RN está promovendo este curso com o objetivo de capacitar técnicos  em diversos aspectos do reúso controlado de águas, desde o tratamento de águas residuárias com o objetivo de condicioná-las para as diversas possibilidades de reutilização, as técnicas e os conceitos mais modernos, os riscos e os benefícios dos impactos sobre o meio ambiente e a saúde pública.

DIRIGIDO:
Profissionais do setor de saneamento e meio ambiente e estudantes de pós - graduação ou dos últimos anos dos cursos de graduação, técnicos de órgãos públicos ou empresas privadas.

PROGRAMA
§  Reúso de águas: conceitos básicos, formas de reúso e importância;
§  Reúso de águas no Brasil: histórico, estudos e pesquisas, aplicação, resultados.
§  Tratamento de esgotos para o reúso controlado da água;
§  Aspectos sanitários (risco à saúde) do reúso de água;
§  Aspectos institucionais e legais: diretrizes, normas e critérios de qualidade para reúso controlado de água;
·         Aspectos técnicos do uso controlado de esgotos tratados em irrigação e hidroponia, em indústrias, em edifícios e em demandas urbanas não potáveis..

Taxa de Inscrição:  (incluindo material didático e certificado)     

Sócio (em dia com a ABES)
Não Sócio
330,00
470,00

O pagamento poderá ser efetivado no local ou cheque nominal à ABES ou depósito no Banco do Brasil - AG.2870-3 c/c.: 55.528-2 ,CNPJ:33.945.015/.0018/20 cujo comprovante deverá ser enviado via FAX (84) 3217 8362 para identificação do crédito.

Informações/Inscrições:
Tel.:(21) 2277-3919  Kátia  Fax.: (21) 2262.6838              E-Mail: katia.coutinho@abes-dn.org.br    
Telefax.: (0xx84) 3217-8362  (Klébya) 9993-2150               E-Mailabes-rn@supercabo.com.br



PARTICIPE E DIVULGUE!!!

terça-feira, 30 de junho de 2015

ACREDITAR E AGIR

ACREDITAR E AGIR

Um viajante ia caminhando em solo distante, as margens de um grande lago de águas cristalinas. Seu destino era a outra margem.

Suspirou profundamente enquanto tentava fixar o olhar no horizonte. A voz de um homem coberto de idade, um barqueiro, quebrou o silêncio momentâneo, oferecendo-se para transportá-lo.

O pequeno barco envelhecido, no qual a travessia seria realizada, era provido de dois remos de madeira de carvalho. Logo seus olhos perceberam o que pareciam ser letras em cada remo. Ao colocar os pés empoeirados dentro do barco, o viajante pode observar que se tratava de duas palavras, num deles estava entalhada a palavra ACREDITAR e no outro AGIR.

Não podendo conter a curiosidade, o viajante perguntou a razão daqueles nomes originais dados aos remos. O barqueiro respondeu pegando o remo chamado ACREDITAR e remando com toda força. O barco, então, começou a dar voltas sem sair do lugar em que estava. Em seguida, pegou o remo AGIR e remou com todo vigor. Novamente o barco girou em sentido oposto, sem ir adiante.

Finalmente, o velho barqueiro, segurando os dois remos, remou com eles simultaneamente e o barco, impulsionado por ambos os lados, navegou através das águas do lago chegando ao seu destino, à outra margem.

Então o barqueiro disse ao viajante:

- Esse porto se chama autoconfiança. Simultaneamente, é preciso ACREDITAR e também AGIR para que possamos alcançá-lo!

domingo, 28 de junho de 2015

A CASA QUEIMADA

A CASA QUEIMADA

Um certo homem saiu em uma viagem de avião. Era um homem temente a Deus, e sabia que Deus o protegeria. Durante a viagem, quando sobrevoavam o mar um dos motores falhou e o piloto teve que fazer um pouso forçado no oceano.

Quase todos morreram, mas o homem conseguiu agarrar-se a alguma coisa que o conservasse em cima da água. Ficou boiando à deriva durante muito tempo até que chegou a uma ilha não habitada.

Ao chegar à praia, cansado, porém vivo, agradeceu a Deus por este livramento maravilhoso da morte. Ele conseguiu se alimentar de peixes e ervas. Conseguiu derrubar algumas árvores e com muito esforço construiu uma casinha para ele.

Não era bem uma casa, mas um abrigo tosco, com paus e folhas. Porém significava proteção. Ele ficou todo satisfeito e mais uma vez agradeceu a Deus, porque agora podia dormir sem medo dos animais selvagens que talvez pudessem existir na ilha.

Um dia, ele estava pescando e quando terminou, havia apanhado muitos peixes. Assim, com comida abundante, estava satisfeito com o resultado da pesca.

Porém, ao voltar-se na direção de sua casa, qual tamanha não foi sua decepção, ao ver sua casa toda incendiada. Ele se sentou em uma pedra chorando e dizendo em prantos:

-- Deus! Como é que o Senhor podia deixar isto acontecer comigo? O Senhor sabe que eu preciso muito desta casa para poder me abrigar, e o Senhor deixou minha casa se queimar todinha. Deus, o Senhor não tem compaixão de mim?

Neste mesmo momento uma mão pousou no seu ombro e ele ouviu uma voz dizendo:

-- Vamos rapaz?

Ele se virou para ver quem estava falando com ele, e qual não foi sua surpresa quando viu em sua frente um marinheiro todo fardado e dizendo:

-- Vamos rapaz, nós viemos te buscar...

-- Mas como é possível? Como vocês souberam que eu estava aqui?

-- Ora, amigo! Vimos os seus sinais de fumaça pedindo socorro. O capitão ordenou que o navio parasse e me mandou vir lhe buscar naquele barco ali adiante.

Os dois entraram no barco e assim o homem foi para o navio que o levaria em segurança de volta para os seus queridos.


MORAL DA HISTÓRIA  --  Quantas vezes nossa "casa se queima" e nós gritamos como aquele homem gritou? Em Romanos (cap. 8, vs. 28) lemos que todas as coisa contribuem para o bem daqueles que amam a Deus. Às vezes, é muito difícil aceitar isto, mas é assim mesmo. É preciso crer e confiar!