sexta-feira, 22 de julho de 2016

Violência contra mulheres

Maioria dos internautas conhece mulheres agredidas e vê aumento dessa violência
Mais da metade dos internautas (61%) têm a percepção de que a violência contra a mulher aumentou nos últimos 12 meses. A maioria (61%) também revela conhecer alguém que tenha sido vítima desse tipo de violência.
Esses índices são o resultado da enquete sobre violência contra mulheres realizada pelo Instituto DataSenado em parceria com a Agência Senado, de 16 de junho a 17 de julho deste ano. Com 138.261 participantes, os dados obtidos indicam a importância do tema para a sociedade, além de oferecer dados relevantes para subsidiar debates que vêm ocorrendo no Congresso Nacional.
A enquete mostra também que mais de 90% dos internautas defendem prisão para quem publicar imagens de estupro, além do aumento de pena para autores do crime de estupro cometido por duas ou mais pessoas.
Sobre a primeira atitude tomada pelas agredidas, os participantes da enquete, que revelaram conhecer mulheres vítimas desse tipo de violência, apontaram que 33% não fazem nada, 27% procuram as delegacias de polícia, 20% buscam ajuda da família e 12% vão aos hospitais. Uma quantidade menor (7%) tem iniciativa de ligar para o Ligue 180, número oficial da Secretaria de Políticas para Mulheres de socorro às agredidas. O mesmo índice (7%) procura atendimento em ONGs. Apenas 3% buscam organismos oficiais de assistência social.
A enquete revela ainda um baixo nível de conhecimento dos internautas sobre as punições a agressores. Somente 28% dos participantes indicam ter muita informação sobre penas por agressões às mulheres, enquanto 66% avaliam conhecer pouco sobre o tema. Para 85% dos respondentes, as atuais penas por estupro são insuficientes.
O levantamento abordou também as possíveis medidas para se combater o estupro. Para a maioria (42%), a melhora da educação nas escolas seria a medida mais eficaz. Essa opção veio seguida pela garantia do cumprimento das leis (19%) e realização de campanhas de conscientização.
Os resultados refletem a opinião das pessoas que participaram da enquete no portal do Senado Federal. Os números não representam a opinião da totalidade da população brasileira.
Fonte: Senado Federal

Abandono. Quais os tipos?


Os pais têm o dever de educar e criar os seus filhos para que, no futuro, eles consigam ser adultos independentes. Quando não cumprido esse dever, caracteriza-se abandono intelectual, material ou afetivo. Confira a matéria no portal do CNJ que fala sobre os abandonos: http://bit.ly/1QPadrR. ‪#‎CNJServiço‬
 
Descrição da imagem ‪#‎PraCegoVer‬: Uma criança pequena tampando os olhos com as mãos. 
 
Descrição da ilustração: Abandono. Quais os tipos. Abandono material: quando o responsável deixa de prover, sem justa causa, a subsistência do filho menor de 18 anos. Abandono intelectual: quando o responsável deixa de garantir a educação primária de seu filho sem justa causa. Abandono afetivo: quando caracterizada a indiferença afetiva de um genitor em relação a seus filhos. Fb.com/cnj.oficialtwitter.com/cnj_oficial

quinta-feira, 21 de julho de 2016

Depoimento Infantil



O CNJ recomenda uma metodologia diferenciada de escuta judicial executada por uma equipe multidisciplinar que garante a proteção de crianças e adolescentes vítimas ou testemunhas de violência. A Recomendação n. 33 garante também um ambiente adequado ao depoimento. Para saber mais, acesse: http://bit.ly/1NHbpOC

Descrição da imagem ‪#‎PraCegoVer‬: Uma criança sentada com as mãos sobre a cabeça abaixada encostada nas pernas.

Descrição da ilustração: Depoimento infantil. O CNJ recomenda aos tribunais a criação de serviços especializados para escuta de crianças e adolescentes vítimas ou testemunhas de violência nos processos judiciais. Depoimento Especial. Recomendação n. 33 do CNJ. Fb.com/cnj.oficial twitter.com/cnj_oficial