Fazer
revisões periódicas na bicicleta é essencial principalmente para diminuir os
riscos de acidentes, falhas ou quebras durante o uso da bike. Isso porque, as
revisões são responsáveis por controlar o desgaste do conjunto de rolamentos,
freios, corrente e engrenagens.
Segundo especialistas a primeira revisão deve ser realizada
assim que a bicicleta é montada, ou seja, no ato ou antes da própria compra.
As revisões devem ter uma periodicidade controlada pela
quilometragem em bicicletas não equipadas com elementos hidráulicos (freios ou
suspensões).
O intervalo pode variar entre 100 ou 200 km para bicicletas
utilizadas em terreno não pavimentado ou em torno de 500 a 700km para
bicicletas de estrada. Todavia, o uso em cidade requer um intervalo de
manutenção mais curto, por volta de 300 km, devido à diversidade de topografia
encontrada em algumas cidades, a variação de velocidade e a condição da
pavimentação das nossas ruas.
Para as bicicletas, as revisões são preventivas, corretivas e
preditivas.
Manutenção
preventiva (revisões e lavagens) – a bicicleta tem todos os seus pontos
móveis desmontados, limpos, inspecionados e lubrificados com o lubrificante
especificado pelo fabricante.
Manutenção
corretiva – o componente que possui uma falha parcial ou total é substituído.
Normalmente esse tipo de manutenção é subsequência da negligência do usuário às
recomendações de uso e manutenção da bicicleta pelo fabricante. Exemplo: um
pneu que furou porque o usuário passou sobre pedaços de vidro.
Manutenções
preditivas – consistem na substituição de elementos propensos à falha
durante o uso ou que estejam com a sua vida útil próxima do ponto de
substituição. Exemplo: substituição de uma peça por recall, após testes de
longa duração realizados pelo fabricante.
É importante que você tenha sempre um mecânico e uma oficina de
sua confiança.
Fonte: indybike
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