
A luta pelos direitos humanos no Brasil nunca teve tanto eco como nos últimos anos. Os direitos das crianças e adolescentes, mulheres, pessoas idosas, negros, pessoas com deficiência, população LGBT e populações vulneráveis em geral, ganharam visibilidade e avançaram. Por isso não podemos permitir nenhum retrocesso. Os direitos das travestis e transexuais não são negociáveis.
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